Lideranças de toda região compareceram à festa de lançamento da candidatura do prefeito João Rodrigues ao Senado. O prefeito de Xanxerê, Bruno Bortoluzzi, foi um dos convidados especiais para a festa. Bortoluzzi prestigiou o evento e foi recepcionado por lideranças democratas com uma camiseta do DEM. O prefeito foi convidado para discursar e não se fez de rogado, colocando a camiseta e arrancando palmas da platéia e um abraço do prefeito João Rodrigues.
Lideranças
O prefeito Bruno Bortoluzzi fez questão de enfatizar que duas lideranças democratas de Xanxerê tem ajudado muito o município e citou o secretário da Fazenda Antônio Gavazzoni e o deputado Gelson Merísio. Sobre a candidatura ao Senado de João Rodrigues Bortoluzzi afirmou que o Oeste precisa de uma liderança como o prefeito de Chapecó. Também havia várias lideranças peemedebistas de Xanxerê no meio da platéia, mas não subiram no palanque.
Lançamento ao Senado
Milhares de pessoas foram ao encontro que lançou a candidatura de João Rodrigues. Os democratas de toda região Oeste foram prestigiar Rodrigues, além do senador Raimundo Colombo, toda bancada federal do Democratas e prefeitos de várias cidades. Realmente foi uma demonstração que os democratas apostam muito em JR como liderança do Oeste. João Rodrigues pode escolher qualquer cargo para concorrer nas próximas eleições que terá apoio incondicional de seu partido e simpatizantes.
Luz do Oeste
O deputado federal Paulo Bornhausen em sua manifestação durante reunião com a imprensa enfatizou que o prefeito João Rodrigues (DEM) e pré-candidato ao Senado “leva a luz do Oeste para Santa Catarina”. Bornhausen disse mais, que JR tem apoio unânime do partido para disputar um cargo na majoritária. João Rodrigues assume uma candidatura ao Senado respaldado totalmente pelo seu partido. Mas acredito que algumas surpresas nesta trajetória, até a homologação de sua candidatura, possam acontecer.
Deputado I
O deputado Gelson Merisio, questionado sobre sua decisão para as próximas eleições, afirmou que vai buscar a reeleição. “Demorei pra alcançar os caminhos na capital para ajudar a região e não seria justo agora eu simplesmente buscar uma nova condição que não fosse de deputado estadual, sem consolidar este espaço que conquistou a região Oeste e região da Amai”, disse Merisio.
Deputado II
Questionei o deputado Merisio se ele trabalharia por Xanxerê e ele afirmou que quando foi eleito, foi por Xanxerê. “Disputei a eleição com o atual prefeito em campos opostos, mas a maioria da população entendeu que Bortoluzzi deveria ser o prefeito e nós temos que respeitar. Hoje nós temos um prefeito que representa toda comunidade e está trabalhando para fazer um bom trabalho para nossa cidade. Nossa obrigação é criar todas as condições para que ele possa ajudar as pessoas que moram em Xanxerê. Temos que ter a maturidade de saber que a eleição se encerra quando há a sua apuração. E quem tem mandato tem obrigação de trabalhar sem pensar qual partido é o prefeito que estava ou vai ser”.
Os democratas manézinhos e da Campina da cascavel se encontraram no lançamento da cadidatura ao Senado de João Rodrigues
Motivação
O PMDB de Xanxerê busca, gradativamente, assimilar a última derrota nas eleições para os tucanos. O que se nota é um partido meio apático devido à surpresa nas urnas, onde o PMDB e o DEM contavam com uma vitória certa. O partido busca achar ânimo para seguir em frente e se preparar para as próximas eleições. Mas no meio do caminho tem o fantasma da cassação do governador. Com certeza, em breve, o PMDB estará ativo novamente, afinal é um partido grande, com uma bonita história.
Olha o trem
Informações de lideranças democratas da capital deixam claro que o DEM aposta como certa uma coligação com o PSDB, em nível nacional. Em Santa Catarina, também deve ocorrer na disputa talvez até para o governo do Estado. Questionados quanto ao ressentimento de algumas lideranças locais em se coligar com os tucanos, a resposta foi seca: “O trem vai passar, quem quiser entra, porque o caminho a ser trilhado é este”. Ou seja, a decisão vai vir de cima para baixo.
Recusou o convite
Recebi informações que o presidente estadual do PMDB, Eduardo Pinho Moreira, recusou o convite dos democratas para prestigiar o lançamento da candidatura ao Senado do prefeito de Chapecó João Rodrigues (DEM). Depois de se reunir com lideranças de Xanxerê, Moreira seguiu viagem para Concórdia e outros municípios da região.
Candidatos
Em entrevista para o jornal O Diário, Pinho Moreira foi questionado sobre a possibilidade de todos os partidos da Tríplice - PMDB, PSDB e DEM - lançarem candidatos ao governo do Estado. Moreira disse que poderá ter até cinco candidatos. “Mas se pudermos juntar é melhor para ganharmos a eleição. Se não, cada partido vai buscar seu espaço no primeiro turno”, disse.
Reclamações
“Para ter a governabilidade, foi preciso abrir espaços para outros partidos no governo. E estes espaços foram tirados do PMDB. Tenho procurado explicar que isto faz parte do processo político de quem não tinha a maioria na Assembléia Legislativa. Compor com a maioria é importante para se governar. Mas há reclamações, sim”, afirmou Moreira.
Conversando com lideranças peemedebistas, alguns já admitem que o futuro do PMDB em Xanxerê passa, inevitavelmente, pelas duas maiores lideranças do partido, atualmente os vereadores Gelson Saibo e Carlos Colatto. Em síntese, o partido sabe que precisa renovar e buscar novas lideranças para enfrentar um novo embate eleitoral em 2012 nas eleições municipais.
Mesmo com a vinda do presidente estadual do PMDB, Eduardo Pinho Moreira, para Xanxerê, Julio Cezar Bodanese não compareceu à reunião do partido. Alguns amigos mais próximos foram questionados da ausência de Julião na reunião e a resposta foi que Bodanese teve que ir para Curitiba tratar de questões pessoais. Na realidade, Bodanese não tem participado das últimas reuniões do partido, prefere ficar afastado das discussões políticas, ultimamente.Tapetão
Estive analisando, o PP entrou com duas ações em duas eleições. Uma contra o governador Luiz Henrique quando Amin perdeu a eleição para o governo. Agora entrou contra o prefeito Dário Berger, mais uma vez o partido perdeu as eleições. Vamos supor que tanto LHS e Berger fossem cassados, Amin vai assumir o quê? O governo do Estado ou a prefeitura de Florianópolis? Isto está me cheirando a tapetão.
Mudou o discurso?
“Posso levar meu mandato até o final. Não preciso concorrer, posso encerrar minha carreira como governador.” A declaração é de Luiz Henrique, em entrevista a uma rádio de Joinville. Não estou entendendo, o governador sempre afirmou que renunciaria para seu vice Leonel Pavan assumir no último ano, agora vem com esta conversa fiada que não existe acordo, que não vai renunciar. Será que LHS mudou o discurso? Pavan abriu mão de quatro anos do Senado para ser vice de LHS. Como fica, então?Estilo mineiro
De uma maneira ou de outra - e não fazendo o que deve ser feito - o governador Aécio Neves está facilitando muito a vida de quem deveria atrapalhar: a de seu concorrente à vaga de candidato presidencial tucano, o governador paulista, José Serra. Não dá para entender, por exemplo, como é que o governador mineiro ainda não se estruturou para uma peleja dessas? Se quer realmente ser candidato presidencial, está muito atrasado, ao contrário do paulista.
Liderança
O governador paulista, José Serra (PSDB), mantém ampla liderança em todos os cenários em que aparece na mais recente pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial de 2010, com taxas que variam de 41% a 47%. Já a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), voltou a crescer, de 3 a 4 pontos percentuais. No primeiro cenário do Datafolha são apontados como candidatos, além de Serra (41% das intenções de voto) e Dilma (11%), o deputado federal Ciro Gomes (PSB), que oscilou um ponto e teria hoje 16%, e a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), que perdeu três pontos e aparece com 11%.Pesquisa
Uma nova pesquisa sobre a aprovação do governo Lula foi divulgada pelo Instituto Datafolha na última sexta-feira. Os dados mostram que a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu em relação à última pesquisa, realizada em novembro: era de 70% e agora caiu para 65%. Já tenho dito, agora vamos ver se o plano econômico do governo Lula é realmente eficiente. Caso contrário, a oposição vai crescer muito com isto. Até agora, Lula navegava sozinho, não, com a Dilma contando com uma super aprovação do eleitorado. A partir de agora, com a crise, a conversa será outra. A marolinha contra Lula já começou.O PMDB e PT ouviram um ‘pito’ do presidente Lula e resolveram dar uma trégua em sua conturbada relação no Senado. Durante jantar organizado pelo ministro José Múcio e o senador Romero Jucá os dois partidos lavaram a roupa suja. Mas não faltou a exposição de mágoas de Renan Calheiros contra Aloizio Mercadante (pela sua atuação no processo em que o senador alagoano deixou a presidência do Senado há um ano) e de Mercadante contra Renan (pelas articulações que levaram à eleição de Collor para presidir a Comissão de Infraestrutura, derrotando Ideli Salvatti-PT).