sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Quem vai para o segundo turno
Conforme mostram as pesquisas, o candidato Raimundo Colombo (DEM) da coligação “As pessoas em primeiro lugar” está certo que vai para o segundo turno, se houver. Agora a grande questão é quem irá para o segundo turno com Colombo: Angela Amin (PP) ou Ideli Salvatti (PT)? As pesquisas mostram um empate técnico entre as candidatas. Tudo vai depender do trabalho da militância. Sabe-se que a do PT sempre foi mais guerreira, mas neste sábado vai ser uma corrida para conseguir o voto daqueles, ainda, indecisos. O resultado só vamos saber no domingo, dia das eleições.

Nossos representantes
Estamos chegando na reta final das eleições, o momento de escolhermos nossos representantes na Assembleia Legislativa, Câmara Federal, Senado, Governo do Estado e Presidência. Xanxerê e região mostraram, nestes dias que antecederam a eleição, candidatos que tem identidade, comprometidos com a nossa região e merecem ocupar uma cadeira, pois são ficha limpa. Importante que a região tenha representantes que realmente trabalharam e trabalham pela nossa região. Precisamos ter verdadeiros representantes próximos e que a hora em que forem convocados atendam nossos pedidos, seja nas áreas da saúde, segurança, infraestrutura, etc. Chegou o momento de escolhermos os nossos representantes, porque eles vão ficar no cargo durante quatro anos e os senadores durante oito anos.

Tranqüilo
É voz corrente entre os democratas que o prefeito Bruno Bortoluzzi (PSDB) cumpriu com o compromisso assumido com o deputado Gelson Merisio (DEM) em destacar as obras e recursos que o deputado trouxe para Xanxerê. Bortoluzzi está tranqüilo e com o sentimento de dever cumprido, podendo fazer campanha para dois candidatos de seu partido, Mauricio Eskudlark (estadual) e Gervásio Silva (federal), ambos do PSDB.

Símbolo de cidadania
Acordei me perguntando: por que votar? Afinal não vou poder usar meu título de eleitor, que sorrateiramente foi tirado de nós. Logo o título de eleitor que, para mim, sempre foi motivo de orgulho carregá-lo como um documento de identidade. Mas, no fundo, o sentimento era muito mais do que isto, era a certeza que com o título podíamos, sim, na hora de votar na urna, escolher nossos representantes e, quem sabe, os nossos destinos para quatro anos. O sentimento é de total frustração, pois tirando o título nos tiraram o sentimento de cidadania. Gostaria de saber o que passou na cabeça do ministro do Supremo Tribunal Federal, o “inteligente” ministro Cezar Peluso que, simplesmente, acatou uma ação eleitoreira do PT e acabou com o título eleitoral. Mas, então, para que serve o título? Sem falar que vamos ter que aceitar os fichas sujas, outra vergonha. Como vamos levar o Brasil a sério com atitudes retrógradas como estas? Que país é este? De qualquer forma vamos cumprir o papel de cidadão brasileiro e vamos votar, pois este é um direito nosso, e escolher representantes dignos do nosso voto, para sonharmos com um futuro melhor para todos nós.

Perda de tempo
O Tribunal Superior Eleitoral gastou milhões em propaganda para esclarecer os eleitores sobre a exigência dos dois documentos, o título de eleitor e um documento com foto. Com o apoio dos Tribunais Regionais mobilizou um batalhão de funcionários para alertar que sem os dois documentos o cidadão não votaria. Mais de 3 milhões enfrentaram filas na Justiça Eleitoral. E agora? Foi só perda de tempo e dinheiro.

Fogo amigo???
Coordenadores da campanha do candidato a deputado estadual Paulo Boita (PT) apreenderam aproximadamente 76 mil santinhos (cola) com a foto de Boita e o número de outro candidato, do litoral. A pergunta que fica no ar é se foi “fogo amigo”, tentando prejudicar a candidatura de Boita ou apenas um erro na hora da digitação. Mas que é muito estranho, isto é. Afinal, a única candidatura com domicílio eleitoral na Amai é a do Boita.

Eleição
O ex-governador e candidato ao Senado, Luiz Henrique aproveitou para dar uma alfinetada nos céticos sobre suas previsões de ganhar a eleição para governador. "Quando eu falava, há dois anos, que seria possível uma vitória tranqüila, morro abaixo, desde que mantivéssemos a aliança que estava à frente do governo, me chamaram de louco, duvidaram da minha projeção. Mas eu falava baseado em dados concretos, já que tínhamos uma força com mais de 180 prefeitos e mais de 1700 vereadores. Agora as pesquisas mostram que eu estava certo", afirmou LHS.

Panfletagem
Quem está indignado é o ex-secretário Valter Galina, candidato à Assembléia pelo PMDB. É que estão sendo distribuídos, nos terminais de ônibus de Florianópolis, panfletos dizendo que Galina vai usar o mandato de deputado como trampolim, para disputar em 2012 a prefeitura de Chapecó. Ele diz que a panfletagem é vai prejudicá-lo. Garante que a cogitação não existe. Nasceu em Chapecó, mas vive em Florianópolis há 40 anos.

Ultimo debate
No último debate da campanha eleitoral, realizado pela Rede Globo, os dois candidatos à presidência que lideram as pesquisas, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), evitaram o confronto direto. Todos os quatro participantes do debate, que incluiu Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), passaram ao largo dos escândalos que marcaram a campanha, como as denúncias de tráfico de influência que derrubaram a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, e a violação de sigilo de tucanos na Receita Federal, entre outros escândalos. Resta saber se o eleitor conseguiu assimilar quem é o melhor candidato para atender suas expectativas nestes quatro anos que se seguirão.

Cobertura da eleição
Cerca de 250 correspondentes internacionais estão a postos para acompanhar a eleição presidencial no país, no próximo domingo (3). Além deles, várias emissoras farão a cobertura em seus países de origem, com ajuda de agências internacionais de notícia. No Brasil, equipes de diferentes veículos já se credenciaram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como BBC, Associated Press, Al Jazeera, KBS sul-coreana, SVT da Suécia, SRG-SSR da Suíça, Telesur Nicaragua, Russia Today TV e SWR da Alemanha.

Votos
O sistema de apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não vai divulgar, no dia da eleição, os votos dados a candidatos que estejam com seus registros de candidaturas pendentes em função da Lei da Ficha Limpa. Esses votos, conforme está previsto na Lei Eleitoral, serão computados, mas só serão tornados públicos quando houver uma decisão final da Justiça sobre o registro eleitoral do candidato. Se o registro de um candidato for indeferido, ao final, a Justiça Eleitoral decidirá se os votos dados a ele serão considerados nulos ou transferidos à legenda.