Esperança
Uma coisa é certa, a nova administração capitaneada pelos timoneiros Bruno e Vigo surpreendeu muita gente. Quem esperava um governo tímido se enganou redondamente. Nestes seis meses de governo várias ações foram desenvolvidas e muitos recursos já estão chegando ao município. Hoje o que se nota, mesmo que timidamente, é uma cidade vibrante e pessoas esperançosas acreditando em dias melhores. Xanxerê voltou a ser espelhada na região e respeitada como cidade-pólo. Mas isto, graças à maturidade política de nossas lideranças.
Só love
Esta eu ouvi conversando com algumas lideranças políticas históricas do nosso município. O comentário é que até as fofocas de esquina diminuíram, consideravelmente. Teve uma liderança que saiu com esta: “Agora é só love”, referindo-se à união das lideranças políticas que estão engajados em buscar recursos para o município, independente de partido. Coisa que no passado era cada um para o seu lado.
Iluminação
O comentário é geral, todos gostaram da nova iluminação que está sendo implantada em Xanxerê. As ruas ficaram mais claras e o efeito visual que deu é impressionante, comparado com as lâmpadas antigas que deixam as ruas escuras. Pontos, então, para a administração e, principalmente, para o diretor de Serviços Gerais, Mário Cunha, e sua equipe. Até o final do ano teremos uma Xanxerê mais iluminada e mais bonita.
Empreendedor
Conversando com o empresário Antônio Gavazzoni (o pai), a gente conhece um pouco mais a saga deste desbravador que, entre tantas cidades, decidiu investir aqui. Mas o que chama a atenção é a visão deste homem que já fez muito pelo município, não só pelo trabalho e representatividade que tem na sociedade, mas pelo seu amor por esta terra. Agora desfruta de um pseudo descanso. Mas não se engane, ele acompanha de perto o trabalho do filho, o secretário da Fazenda Antônio Gavazzoni, seu genro deputado Gelson Merísio e de sua filha Marcia Merísio, presidente estadual do DEM Mulher. Com certeza, Gavazzoni deixou a sua marca no município e fez com maestria o seu dever de casa como pessoa e empresário.Atucanados

Os tucanos ficaram sem saber o que dizer da deselegância por parte do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que esteve em Florianópolis no domingo e não contatou nenhum correligionário do partido. Este fato criou um mal estar entre os caciques tucanos. Mas também não é para menos, Aécio poderia ter sentado com os colegas de partido já que se comemora 21 anos do PSDB, e não simplesmente vir ao Estado e ir embora, sem conversar. Será que ele acha que não vai precisar dos votos dos catarinenses algum dia? Com certeza isto vai ser lembrado.
Crítica
O senador Pedro Simon (PMDB) tem cobrado uma posição por parte do Senado na questão dos atos secretos. Até mesmo o presidente da casa, José Sarney, não tem escapado das duras críticas de Simon. Em recente manifestação, o senador gaúcho foi taxativo: “Não é mais caso de licença, mas de renúncia”.
Paladino
Quando o senador Fernando Collor (PTB-AL) começou a ficar saliente dando uma de paladino da moralidade, alguma coisa de podre no reino encantado tinha. Não deu outra, o Senado encontrou o paladino gastando a sua verba indenizatória que é para gastos com escritórios, aluguel e locomoção, no valor de R$ 15 mil em notas de restaurante. Entre os gastos revelados, por exemplo, estão os de R$ 3.240 feitos em um único mês, abril, pelo senador Fernando Collor de Mello no restaurante Boka Loka, localizado no Paranoá, periferia de Brasília.
Caixa preta
Um levantamento feito pela Consultoria de Orçamento do Senado descobriu R$ 3.740.994,13, depositados em duas contas na CEF, fora da conta única do Tesouro. Isso é inconstitucional. O presidente da Comissão de Fiscalização e Controle, senador Renato Casagrande (PSB-ES), agora quer saber quem movimentava essas contas e quanto dinheiro passou por elas nos últimos cinco anos. O que deve ter de falcatrua nos porões do Senado é de arrepiar.
Fora Sarney
A situação do presidente do Senado, José Sarney está insustentável. Para evitar que ganhasse corpo o movimento Fora Sarney, ele demitiu o diretor-geral do Senado, Alexandre Gazineo, e abdicou de fazer o sucessor. Sarney também concordou, depois de relutar, em acionar o Ministério Público e o TCU para ajudar nas investigações dos desmandos no Senado. A previsão é de que seu vice, Marconi Perillo (PSDB-GO), assuma cada vez mais funções no plenário. E as decisões da Mesa terão agora que passar pelos 81 senadores.Desculpas?
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, pediu desculpas ontem aos deputados por ter chamado os produtores rurais de "vigaristas", durante manifestação na Esplanada dos Ministérios no mês passado. Durante audiência pública realizada nesta quarta-feira pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, o ministro afirmou que as declarações não representam seu pensamento e foram feitas no "calor" do carro de som. O Minc tem que pedir para sair do cargo, será um ecochato a menos.O SEMEADOR