quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010


Deputado federal
O prefeito de Xaxim Gilson Vicenzi (DEM) esteve na última segunda-feira (1º), em Florianópolis, na posse do deputado Gelson Merisio como presidente da Assembleia Legislativa. Conforme Vicenzi, durante uma conversa com lideranças do Democratas sobre as eleições deste ano, o prefeito de Chapecó João Rodrigues afirmou que está disponível para concorrer a deputado federal. Então, teremos uma dobradinha, Rodrigues para federal e Merisio para deputado estadual.
Homenagem dos democratas
O Democratas de Chapecó está convidando prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças políticas e amigos para participarem de uma homenagem ao presidente da assembléia Gelson Merisio. O evento vai acontecer no dia 12, às 20h, no salão Paroquial da Igreja matriz Santo Antônio. Sem dúvidas é uma justa homenagem a este xanxerense e também chapecoense pela sua recente conquista política no Legislativo estadual.
Gavazzoni fica no governo
Conforme informações do Centro Administrativo, o secretário da Fazenda Antonio Gavazzoni em hipótese alguma deixará o governo, caso Leonel Pavan assuma. Olha, o velho ditado sempre diz: “Onde há fumaça, há fogo”. Uma coisa é certa, se Gavazzoni deixar o governo, o DEM perde um grande espaço no governo. Hoje, o DEM tem Gavazzoni na secretaria da Fazenda e Gelson Merisio na presidência da Assembleia, ou seja, duas lideranças do Oeste.
Indignados
Os tucanos não gostaram da conversa de que o DEM e o PMDB deixam o governo, caso Pavan assuma. Os tucanos já gritaram e afirmaram que irão para o contra ataque. Algumas lideranças garantiram que o PSDB sai agora e começa conversas com outras siglas, entre elas o PP, para as eleições de outubro. Será uma ameaça? Não se brinca com nenhum animal, nem pássaro ferido, que o ataque é certo, já diz o velho ditado. E os tucanos estão com a asa quebrada, mas o bico afiado.
Quero ser julgado
O vice-governador Leonel Pavan comenta sobre a carta que enviou à Assembleia Legislativa pedindo para os deputados autorizarem o Tribunal de Justiça a analisar o caso em que está envolvido: “Algumas pessoas tem me perguntado por que enviei uma carta à Assembléia pedindo aos deputados que liberem a Justiça catarinense a examinar, soberanamente, a denúncia oferecida contra mim pelo Ministério Público. Minha resposta tem sido simples: quero ser julgado, pois não posso viver sob suspeição. Sou acusado de um crime que não cometi. Preciso desse julgamento como uma pessoa precisa de ar para sobreviver. Nunca me coloquei, não me coloco e nunca me colocarei como um cidadão acima de qualquer suspeita. As atitudes arrogantes nunca combinaram com o meu jeito de ser e de fazer política.” Este comentário, Pavan enviou de um Spa em Gramado para a imprensa.
O que vai acontecer
Com a autorização concedida pela Assembleia, o processo judicial é retomado. A relatora precisa aguardar o cumprimento das notificações dos envolvidos e dos prazos de defesa. Dos sete denunciados, seis já foram notificados e resta apenas o cumprimento da carta precatória enviada ao empresário Eugênio Silva, que mora no Paraná. Após notificados, os denunciados têm 15 dias de prazo para a apresentação da defesa. Se alguma defesa vier acompanhada de documentos, deve ser encaminhada para o Ministério Público, que tem cinco dias para se manifestar.  Após todo o trâmite legal, a relatora pode concluir seu voto e solicitar data para o julgamento. O pleno do TJ então decidirá se aceita ou não a denúncia do MP. Se aceitar, a denúncia transforma-se em uma ação penal.
Fim da Tríplice?
Foi só o governador Luiz Henrique afirmar que os partidos que compõem a Tríplice Aliança (PMDB, PSDB e DEM) podem sair com candidatos ao governo do Estado, no primeiro turno, que já tem analista político achando que LHS não pretende mais renunciar ao governo e nem concorrer ao Senado. Com isso, ele garante a necessidade de que a tríplice precisa ser reeditada para ganhar mais um pleito eleitoral.
Renúncia
Com os três partidos da Tríplice concorrendo com candidatura própria, pode ocorrer uma outra hipótese: o governador Luiz Henrique renuncia e concorre ao Senado e o vice Leonel Pavan também renuncia e concorre a uma vaga para a câmara federal. Restando assim um acerto entre os três partidos - PMDB, PSDB e DEM - de um nome tucano para encerrar o mandato tampão.
Ficha limpa
Está na Câmara dos Deputados, para ser votado, o projeto que torna inelegíveis os políticos que respondem a processos na justiça. Mas como os deputados não chegam num consenso, o projeto está parado. O presidente da Câmara, Michel Temer, quer agora criar uma comissão para analisar os projetos referentes ao tema. A ideia é que seja elaborado um texto com entendimento construído com representantes de todos os partidos, permitindo que a proposta, também conhecida como “ficha limpa’’, seja votada até o fim do mês. Até para votar um projeto que vai moralizar a classe política, tem que criar comissão. Dá para acreditar?
Eu posso falar
“Eu posso falar coisas que o PT não pode. Até porque as bases da aliança PT-PMDB não permitem. Não aguenta falar porque a moral dessa aliança é um roçado de escândalo. Não tenho que fazer homenagem ao (ex-governador Orestes) Quércia (PMDB-SP), como o Serra, e não tenho que fazer homenagem ao (senador) Renan Calheiros (PMDB-AL), como a Dilma.” Ciro Gomes (PSB-CE), aspirante a candidato à sucessão de Lula
Aécio é vice
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso contou, a políticos próximos, que o governador de Minas, Aécio Neves, já concordou em ser o vice de José Serra. Os tucanos dizem que a presença de Aécio na chapa é pré-requisito para que, no futuro, ele seja candidato do partido a presidente. Os serristas também se definiram pela candidatura de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo. Alckmin é garantia de uma forte votação no Estado e Serra estará liberado para fazer campanha no restante do país.