90 dias apaixonados...
A oposição na Câmara de Vereadores de Xanxerê estava ferrenha, cobrando do prefeito Bruno Bortoluzzi (PSDB) até possíveis promessas. O objetivo era tentar desgastar o prefeito, que tem uma aprovação nunca vista no município. Pois é, e agora com a reedição da Tríplice Aliança? Minhas fontes garantem que a tão falada oposição vai baixar a guarda e apenas fazer proposições, conversando com o prefeito, coisa e tal, nada de enfrentamentos, afinal agora “estão todos juntos”. Pero no mucho. Até as eleições serão 90 dias apaixonados. Só love!
Casas populares
O prefeito Bruno Bortoluzzi, era só alegria no último sábado. Também não era para menos. É que Bortoluzzi recebeu a notícia do seu amigo, o deputado federal Gervásio Silva (PSDB), que o mesmo conseguiu empenhar uma emenda para construção de 45 casas para o município de Xanxerê. O objetivo é doar para famílias em área de risco, sem custo algum para as mesmas. Pontos para o deputado, que há muitos anos tem trazido benefícios para os xanxerenses e região.
Articulador
Um dos grandes articuladores da reedição da Tríplice Aliança foi o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merisio (DEM), tido hoje como um dos mais votados na região Oeste, na próxima eleição. Corre nos bastidores que Merisio já vem discutindo o nome do próximo candidato a prefeito para a eleição de 2012, em Xanxerê. É o ex-vereador e ex-secretário Regional, Ademir Gasparini.
Tríplice xanxerense???
Inegavelmente, esta eleição é uma prévia para as próximas eleições municipais, isto é indiscutível. Na hipótese da Tríplice vencer as eleições, como ficará aqui em Xanxerê? O atual prefeito Bruno Bortuluzzi derrotou as duas maiores forças partidárias na última eleição, juntas, PMDB e DEM. Bortoluzzi tem tudo para ser reeleito prefeito pelo excelente trabalho que vem realizando. Agora vem aquela pergunta que não quer calar: Existe em Xanxerê a possibilidade de se formar a Tríplice Aliança? Acredito que não, pelo lado do PMDB. Agora com o DEM, pelo que se sabe, estaria propenso a sentar à mesa. Resta saber se Bortoluzzi aceitaria. Claro, são conjeturas, afinal ainda temos dois anos e meio para as próximas eleições. Mas as conversas já começaram, me garantiu uma fonte fidedigna.
PDT sai do governo
O presidente do Diretório do PDT, Manoel Dias, enviou expediente ao governador Leonel Pavan colocando à disposição todos os cargos que os brizolistas ocupam na administração estadual. Justifica a decisão pela aliança selada com o PP e apoio à candidatura de Ângela Amin ao governo. Com esta decisão os pedetistas de Xanxerê deixarão os cargos na secretaria regional.
Secretário
Caso o candidato ao governo do Estado, Raimundo Colombo (DEM) vença as eleições e o deputado Gelson Merísio se reeleja, com uma grande votação, como promete, com certeza será o “cara” do governo aqui na região. A indicação do novo secretário Regional também deve passar pelo crivo de Merisio.
Não acredito...
“Ainda comentam comigo o que saiu em alguns jornais: que me querem como coordenador da campanha da tríplice. Repeti que não acredito que os mesmos que disseram que eu ficasse no governo, queiram me tirar desta missão. Governador Leonel Pavan, em seu Twitter.
Presidente do DEM
O candidato ao governo do Estado pela Tríplice Aliança, senador Raimundo Colombo (DEM), transmitiu, ontem, a presidência do Diretório Estadual do partido ao prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinubing. Colombo licenciou-se para fazer a campanha.
Suplente
Está confirmado: o ex-deputado Cesar Souza( DEM), será candidato a primeiro suplente de senador na chapa encabeçada pelo deputado federal Paulo Bauer, do PSDB. O segundo suplente será do PMDB.
Ficha limpa
O deputado federal João Pizolatti (PP), é o primeiro político de Santa Catarina "barrado" pela lei da "ficha limpa". O Tribunal Superior Eleitoral negou no último sábado (3) liminar ao deputado, candidato à reeleição, impedindo o registro de sua candidatura, porque ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça por improbidade administrativa.
Governadores do PT
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, afirmou ontem que o partido pode eleger até sete governadores em outubro. Segundo ele, os favoritos são os candidatos aos governos do Acre, Bahia, Sergipe e Pará. Ele cita três Estados em que, se o candidato petista chegar ao segundo turno, teria chances de vencer: Distrito Federal, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Além desses Estados, o PT também lançou candidatos ao governo em São Paulo, Rondônia e Mato Grosso do Sul. Em 2006, o PT lançou 21 candidatos ao governo e elegeu cinco governadores.
Moreira é vice
O Ministro Arnaldo Versiani, do Tribunal Superior Eleitoral, concedeu ontem liminar ao mandado de segurança impetrado pelo ex-governador Eduardo Pinho Moreira contra ato da Executiva Nacional do PMDB que suspendeu sua filiação partidária. Com esta decisão em favor de Moreira, tranqüiliza Raimundo Colombo e todos os partidos da tríplice aliança. Em síntese, Moreira pode continua vice na chapa da Tríplice Aliança.
Bate coração
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, foi hospitalizado, ontem, após sofrer uma crise de hipertensão. Dutra presidia uma reunião na sede do partido quando passou mal e foi levado para o Hospital de Base do Distrito Federal. Segundo a assessoria de imprensa do PT, "era uma reunião tranqüila para resolver coisas burocráticas sobre as alianças nos estados".
Sem pressão???
“Não houve pressão. Eu poderia ter escolhido [um candidato] do PSDB ou do DEM, mas tinha um rapaz que eu particularmente gostava”. José Serra, sobre a escolha de Índio da Costa (DEM-RJ) para seu vice. Ta bom, eu acredito.
Gastos na campanha
O comando de campanha de José Serra (PSDB) prevê um gasto de R$ 180 milhões na corrida presidencial. Esse teto é 14,65% superior à estimativa da petista Dilma Rousseff: R$ 157 milhões. O prazo para registro de candidaturas e previsão de gastos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) venceu ontem.Há um mês, as previsões de petistas e tucanos beiravam R$ 250 milhões. Mas os tesoureiros duvidaram da capacidade de arrecadação. Ainda assim, o orçamento dos dois comitês supera, significativamente, os custos declarados em 2006.






