Acabou o “Pesadaiolli”
Ao que tudo indica acabou à novela “Pesadaiolli”. Representantes xanxerenses da empresa Pezzaiolli protocolaram a desistência da empresa em se instalar em Xanxerê. É muito estranho a Pezzaiolli desistir de vir para o município, agora que a terraplanagem está praticamente pronta. Foi gasto um valor significativo para realizar o trabalho e simplesmente os italianos comunicam que vão embora? Estão pensando que os xanxerenses são bobos? Aqui tem italianos, mas não é a Itália, é a Campina da Cascavel, Brasil.
Desculpa furada
Não me venham com esta conversa fiada que a Pezzaiolli não vem mais para Xanxerê porque seus diretores foram mal atendidos. O contrato para a vinda da empresa foi fechado na administração do ex-prefeito Avelino Menegolla e não tinha dotação orçamentária prevista para realizar a obra. O prefeito Bruno Bortoluzzi (PSDB) fez de tudo para que a empresa viesse para o município. Realmente esta desistência está muito mal contada.
Só o grupinho
Pois é, o que chama atenção é que só um órgão de imprensa foi chamado para acompanhar o protocolo da desistência da Pezzaiolli, em não se instalar em Xanxerê. Foi para não ter que dar explicação? O grupinho que acompanhou os representantes da “Pesadaiolli”, são amigos e sócios dos italianos. Se tivessem interesse de vir para Xanxerê deveriam respeitar o prefeito e conversar, não fazer as coisa premeditadas e simplesmente ir embora sem falar com ninguém.
Choro e gritaria?
Com certeza a oposição vai chorar e gritar de novo como fez na última eleição. Lembram o teatro que foi feito para a vinda da Pezzaiolli? Até parecia que o mundo iria acabar se a empresa não viesse para Xanxerê, para gerar uns míseros empregos. E agora vão fazer o quê? Já tem gente dizendo para colocar o Samu na pedreira do Westerich, para evitar que alguém se machuque ou se atire morro abaixo.
Memória curta
Mas será que os “Contras” acham que os xanxerenses tem memória curta e esqueceram das empresas que foram embora por falta de apoio no município? Quem não lembra do frigorífico Avepar, Rafitec e tantas outras empresas? E a administração não era do prefeito Bruno Bortoluzzi.Merisio em Portugal
O deputado Gelson Merisio (DEM) passou o cargo de presidente da Assembleia Legislativa, na ultima sexta-feira (21), ao primeiro vice-presidente, deputado Jorginho Mello (PSDB), que permanecerá interinamente na presidência até o dia 28 de maio. Merisio viajou para Portugal para participar do 7º Seminário Binacional de Gestão Pública Municipal, na província de Seixal, região de Lisboa.
Homenagem
Em Seixal, o presidente da Assembleia Legislativa será homenageado com diploma e medalha de “Destaque Lusobrasileiro na Área Parlamentar”, honraria concedida pela Câmara Municipal. O 7º Seminário Binacional de Gestão Pública Municipal vai apresentar os avanços alcançados pelo modelo de gestão de Seixal, província que tem uma gestão considerada modelo em Portugal. O encontro contará com a participação de representantes legislativos de todo o Brasil.
Mais segurança
Dia 1º de Junho serão entregues três viaturas para a delegacia Regional de Xanxerê e mais quatro para a comarca. Segundo o delegado Regional Vinicius Iunes, os veículos foram reivindicados ao ex-chefe da Polícia Civil, Maurício Skudlark, que agilizou para que fossem liberados para a região. Pontos para Skudlark e o delegado regional, afinal quanto mais instrumentos para a segurança, melhor.
Almoço da Tríplice
O caciques da Tríplice Aliança, governador Leonel Pavan (PSDB), Pinho Moreira (PMDB), Raimundo Colombo (DEM) e o ex-governador Luiz Henrique almoçam juntos hoje para discutir a reedição da Tríplice. O governador Pavan, virtual candidato ao governo do Estado, defende o comprimento do que foi acertado antes, ou seja, que os partidos só lançariam as candidaturas no final de maio, no início ou metade de junho. Para Pavan, se não houver a retirada das pré-candidaturas, não dá para discutir a tríplice. “O que sobra de vontade falta em gestos, no momento”, admite Pavan.
Diante da manifestação do governador Pavan dos pré-candidatos do PMDB e do DEM retirar as sua candidaturas para depois sentar à mesa e negociar a reedição da Tríplice já gerou controvérsias. Pinho Moreira já afirmou que “faltaria com a base peemedebista que o “ungiu” com a escolha na prévia, uma manifestação de 600 convencionais em março. Raimundo Colombo, também na mesma linha, ponderou que sua candidatura já foi, inclusive, lançada. E agora, qual será o prato deste almoço dos caciques da Tríplice? No mínimo indigesto.
Encruzilhada
O PT está em uma encruzilhada no Estado. O partido defende a candidatura da senadora Ideli Salvatti ao governo do Estado, mas em nível nacional de uma hora para outra pode vir uma ordem solicitando que Ideli retire a sua candidatura. O presidente Lula fez isto em Minas Gerais. Por outro lado, se a tríplice Aliança for reeditada existe a possibilidade novamente de Ideli abrir mão da sua candidatura visando não comprometer o projeto no Estado e buscando uma aliança com o PP. A própria senadora admite que se a Tríplice voltar, “a tendência é que a gente procure se unir”.
Leitura
Fazendo uma leitura de que se a Tríplice voltar, o PT pode abrir mão da cabeça de chapa na majoritária, a senadora Ideli Salvatti deve continuar no Senado. Então, quem seria o vice de Ângela Amin (PP)? Esta pergunta já vem sendo feita há muito tempo. Os governistas sabem bem quem pode ser, aliás é a chapa mais temida pela situação, Ângela Amin para governadora e o deputado federal Claudio Vignatti (PT) de vice. Isto pode acontecer nestas semanas.
Crescimento
O crescimento da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas de opinião no Estado reforça a tese da candidatura própria ao governo da senadora Ideli Salvatti (PT) e também serve de argumento para que o PT abra mão para a outra pré-candidata oposicionista (Angela Amin), que está à frente na corrida estadual. Resta saber se o Tribunal Superior Eleitoral vai vedar os cruzamentos regionais, proibindo as alianças que desrespeitam o encaminhamento nacional, aí muda completamente o quadro eleitoral nos Estados.
Atrás do vice
As últimas pesquisas mostram um empate técnico entre os candidatos na disputa à presidência, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Serra vai ter que definir o seu vice, e rápido, para aglutinar mais forças. Corre nos bastidores que Serra deve procurar Aécio Neves para convidá-lo para ser seu vice e sair de chapa pura. Será que Aécio vai aceitar?
Pré-candidatos
Os principais pré-candidatos à presidência, José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV), se encontrarão hoje para uma sabatina organizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Essa será a terceira sabatina com os três. A entidade entregará o documento "Indústria e o Brasil - uma agenda para crescer mais e melhor" com propostas e pedidos do setor industrial. A ordem das falas será sorteada. No entanto, não está previsto um debate direto entre os pré-candidatos.


