Juntos de novo???
Há quem acredite que em Xaxim poderá ser fechada uma coligação, tendo o prefeito Gilson Vicenzi (Tinho) e o ex-prefeito Lírio Dagort nas próximas eleições. Esta liderança do Democratas com quem conversei se mostrou entusiasmada com a possibilidade. Olha, em política tudo é possível, mas primeiro temos que saber em qual partido Dagort vai se filiar. E, por fim, as arestas entre ambos tem que ser aparadas, mas é inegável que os dois tem sentado e conversado, amigavelmente. É cedo para afirmar como certa esta possibilidade, Dagort tem se mantido em silêncio e sem muito alarde quanto ao seu futuro político, mas continua sendo uma forte liderança no município.
Bancada suprapartidária
O futuro deputado estadual Mauricio Eskudlark (PSDB) que assume na próxima quarta-feira, 2 de fevereiro, na Assembleia Legislativa afirmou que pretende discutir a formação de uma bancada suprapartidária para defender os interesses do grande Oeste. Vale ressaltar que Eskudlark foi o deputado mais votado do PSDB no Oeste e vem com muita força.
Mandado de segurança
A Executiva Nacional do PSDB decidiu encampar a iniciativa dos suplentes de deputado que pretendem assumir mandatos na Câmara Federal, baseados em decisão do Supremo Tribunal Federal, que entende serem as vagas privativas dos partidos e não dos suplentes da coligação. O deputado federal Gervásio Silva (PSDB) impetrou um mandado de segurança no Supremo para garantir sua posse no lugar do deputado federal Marco Tebaldi, também do PSDB, que assumiu o cargo de secretário da Educação.
Suplentes
Pelo critério vigente até agora, o preenchimento dos cargos vagos por renúncia ou licença obedecia à ordem dos suplentes na coligação. O Supremo entende que os votos são dos partidos e a cronologia para a posse obedece à legenda partidária. Gervásio Silva, que está concluindo nesta segunda-feira (31) mais um mandato de deputado federal, ficou como quinto suplente da coligação “As pessoas em primeiro lugar”. Só assumiria se Raimundo Colombo convocasse cinco deputados federais para o secretariado.
Presidente da Alesc
Está tudo acertado para a recondução do deputado Gelson Merisio (DEM) à presidência da Assembleia Legislativa, pelo período de mais dois anos. A candidatura de Merisio tem consenso hoje, já que sua atuação foi marcada por discussões transparentes, no que se refere aos interesses da Casa, sem criar atritos com nenhum colega, o que fortalece, e muito, seu nome.
Em Florianópolis
O prefeito Bruno Bortoluzzi (PSDB) está em Florianópolis e acompanhou a posse de Ademir Gasparini, como secretário executivo de Microbacias 3. O prefeito fica até terça-feira (1º) quando participa da posse dos deputados estaduais e a eleição do deputado Gelson Merisio (DEM) como presidente da Assembleia Legislativa.
Secretarias regionais
Conforme informações, a radiografia das SDRs no Oeste devem ficar assim:
PMDB - Chapecó, Palmitos, Itapiranga e Maravilha (indefinido).
DEM - São Miguel do Oeste.
PSDB - São Lourenço, Dionísio Cerqueira e Joaçaba. Xanxerê está em negociação.
PPS - Quilombo
PTB - Seara
SDR Xanxerê
Em reunião na última quinta-feira (27), a bancada do PSDB redigiu um documento requisitando a vaga de secretário na SDR de Xanxerê. O documento foi enviado ao governador Raimundo Colombo (DEM). Sendo assim, a briga pela SDR está entre o PMDB e o PSDB.
Diretoria
Corre nos bastidores que Julio Cezar Bodanese é o nome mais cotado para assumir a SDR de Xanxerê, dentro do PMDB. Ao mesmo tempo está sendo discutida uma diretoria para Bodanese na Celesc.
SDR Chapecó
Informações vindas da capital dão conta que a SDR de Chapecó será comandada pelo PMDB. O nome forte é o ex-secretário Luciano Buligon, que teria o apoio do deputado estadual Gelson Merisio e do deputado federal e secretário da Agricultura, João Rodrigues.
DEM e PMDB
Caso se confirme que a SDR de Chapecó vai ser do PMDB, fica evidente uma aproximação entre os dois partidos, visando às eleições de 2012, tendo José Caramori (DEM) de prefeito e Luciano Buligon (PMDB), de vice. Como ficará a ala do deputado federal Valdir Colatto que é desafeto do Democratas?
No ouvido
No primeiro mandato do presidente Lula, mais do que no segundo, Delfim Netto era convocado todos os meses para um jantar reservado no palácio da Alvorada. Só os dois. O presidente pedia conselhos e procurava informar-se dos meandros da economia, em especial envolvendo o relacionamento do Banco Central com a Fazenda. Certa noite Delfim, depois de uma conversa, prometeu que no dia seguinte enviaria um pequeno relatório a Lula, para que ele entendesse melhor a questão discutida. Seriam apenas dois parágrafos. Reação do anfitrião: “Nada de papel, fala aqui no ouvido.”
Interpetre
O ex-presidente Lula até arriscava o portunhol, mas a presidente Dilma Rousseff (PT) não vai arriscar. Terá uma intérprete exclusiva de espanhol e italiano nas audiências e nas viagens internacionais: foi contratada pelo Itamaraty por R$ 60,4 mil.
Linha dura
A presidente Dilma Rousseff (PT) determinou linha dura para os ministros. A partir de agora, as reuniões conjuntas de sua equipe, sempre que necessárias, serão na tarde das sextas-feiras. Com isto, a presidente acabou com as viagens dos ministros aos seus estados, no último dia útil da semana, coisa inevitável desde a inauguração de Brasília, 50 anos atrás. Com as exceções de sempre, é claro.
Fim das viagens
Todos os ministros dispõem da prerrogativa de requisitar jatinhos da FAB para seus deslocamentos pelo país, presumidamente vistoriando obras, participando de reuniões setoriais ou comparecendo a eventos variados, sempre a serviço. Mas não era o que se verificava. Os aviões vinham sendo utilizados para suas Excelências passarem o fim de semana em seus estados de origem, retornando à capital federal nas segundas-feiras.
Relatórios
Dilma Rousseff, na Casa Civil, apenas tomava conhecimento. Não contestava, mas certamente não gostava. Agora que é presidente da República, decidiu por um freio de arrumação nos exageros, antes mesmo deles começarem. Caberá a Antônio Palocci receber os relatórios, fiscalizar e informar à presidente. Pontos para Dilma, ações como esta mostram que realmente o governo tem comando.

