Em busca de união
Conversei com várias lideranças do PSD de Xaxim sobre como estão vendo as manifestações políticas no município. O que deu para perceber é que o partido está tranquilo. A orientação por parte dos líderes, principalmente do prefeito Gilson Vicenzi, é manter a coligação com os partidos que estão no governo. Ao mesmo tempo, o partido está aberto para sentar na mesa e conversar com os demais partidos. O objetivo é buscar uma união em prol de um projeto que mantenha o desenvolvimento, hoje vivido pela sociedade, com melhorias e qualidade de vida invejável a muitos municípios da região. “É natural estas manifestações dos partidos sobre possíveis candidatos e coligações, afinal estamos chegando próximo de outra eleição. Mas, acima de tudo, temos que pensar no xaxinense”, disse uma liderança pessedista.
Momento de construir
Indiscutivelmente que quando um município se divide e gera uma disputa acirrada, por parte dos partidos, todos perdem, principalmente a sociedade, como um todo. Se analisarmos a forma que os partidos, em nível estadual e nacional, vem conduzindo a forma de fazer política, o caminho é a união. Isto está acontecendo no governo do Estado e em Chapecó. Já em Xanxerê e Xaxim parece que certas lideranças acham que são donos da cidade e, o pior, nutrem um ódio pessoal que os cega de ver o quanto poderiam contribuir para o desenvolvimento de seu município.
Merisio tranquilo
Mesmo havendo o adiamento do julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do registro do novo partido, PSD (Partido Social Democrático), o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merisio se mostra otimista quanto a sua aprovação. Para Merisio isto mostra o jogo de poder e de espaço político disputado. “Isso ficou evidente no julgamento do TSE na quinta-feira”, declarou Merisio. O PSD surge como a terceira maior força política no Brasil e outros partidos que estão ficando para trás não suportam esta perda de espaço e partem para ofensivas jurídicas. Merisio vai adiante e vislumbra que o PSD se encaminha para ser, num futuro próximo, uma das maiores forças políticas do Brasil. “O país vive uma nova readequação de forças políticas e, por isso, essa reação contrária é normal e passível de ser superada”, diz o deputado.
Nenhuma dúvida
Merisio é contundente em afirmar: “Não há nenhuma dúvida de que o PSD será criado”, garante. Na próxima terça-feira (27), o TSE se reúne novamente esperamos que o registro seja homologado. Merisio lembra, ainda, que entende as diferentes opiniões, mas que isso faz parte do processo da democracia. Observou ainda que outros partidos que estavam apostando contra o PSD, como o PSDB, DEM e PTB devem seguir seu caminho. “Nós não temos nenhum intenção de criar um novo partido e tentar ficar influenciando o antigo (DEM)”, garante.
Para Merisio o PSD nasce sem vetos, sem rótulos. “Era justamente isso o que nos afastava da sociedade do antigo partido (DEM)”, afirma. Segundo ele, política se faz com diálogos constantes, para que se possa achar caminhos que sejam bons para a sociedade. Citou que esteve em Brasília, na semana passada, com o governador Raimundo Colombo, buscando apoio para enfrentar o problema com as enchentes e elogiou o governo federal pela forma como está tratando o Estado Catarinense. “Isso demonstra que nós estamos no momento certo”, disse. Mas Merisio fez uma ressalva: “O PSD não vai participar do governo da presidente Dilma. Essas portas que se abrem são o reflexo da saída do antigo pensamento radical que sobrepunha o DEM. Nossa missão pública é encontrar os caminhos para atender bem as pessoas”.
Voo solo
O PSDB de Chapecó pretende alçar voo solo na proporcional da próxima eleição. Conforme o presidente da Executiva Municipal, Ivan Carlos Agnoletto, o partido já tem pré-candidatos suficientes para disputar a Câmara de Vereadores. O objetivo básico dos tucanos, para irem sozinhos na disputa de vagas na Câmara, é aumentarem o número de vereadores para três, ou até um quarto, e manterem o crescimento do partido, fato real nos últimos anos em todo o Estado e, principalmente, em Chapecó.
Candidato a vice
Conforme Ivan Carlos Agnoletto, a intenção é compor para a majoritária e alerta que nada está fechado em relação a pré-candidato a vice-prefeito, já que para prefeito é indiscutível o nome de José Cláudio Caramori. No entender tucano, o nome do atual presidente da Câmara de Chapecó e da União dos Vereadores de Santa Catarina (Uvesc), Itamar Antônio Agnoletto é forte para ser indicado a vice na chapa majoritária.
Site de Vieira
O deputado Marcos Vieira reformulou seu site para facilitar o contato com a sociedade. No endereço www.marcosvieira.adv.br, o internauta pode conferir um vídeo, onde o deputado fala sobre a importância da ferramenta e a oportunidade de os catarinenses ajudarem no mandato na Assembleia Legislativa. O site conta com os últimos recursos tecnológicos disponíveis e foi planejado para que as ações do deputado possam ser acompanhadas tanto em áudio, vídeo, texto e foto, além de acesso às ferramentas sociais como Facebook, Twitter e Youtube. Conforme Vieira “é uma aproximação com as pessoas para que possam nos sugerir, acompanhar e até cobrar de forma mais rápida e efetiva sobre o trabalho que fazemos em todo o Estado”.
Força do catarinense
O Governo de Santa Catarina acabou de lançar uma campanha para estimular a auto-estima dos catarinenses e mostrar a sua força, união, solidariedade e superação. As peças publicitárias veiculam até o dia 10 de outubro. “Estamos saindo de um momento difícil e queremos que a autoestima do povo catarinense fique elevada para que a gente consiga se recuperar dentro do menor prazo possível”, destaca o secretário de Comunicação, Derly Massaud de Anunciação. O conceito “Catarinense. A Força é da sua natureza” poderá ser visto em dois vídeos de TV e anúncios de jornal. O material, que será divulgado na mídia televisiva, vai mostrar histórias de superação de catarinenses que enfrentaram dificuldades provocadas pelas alterações climáticas dos últimos meses. Pontos para o governo por esta bela iniciativa.
Candidato do PMDB
Já vinha sendo cogitado como certo o nome do deputado federal Gean Loureiro para disputar nas próximas eleições a prefeitura de Florianópolis. Nesta sexta-feira (23), isto foi confirmado, após uma reunião que contou com a presença de caciques do PMDB, a exemplo do prefeito Dário Berger e dos deputados Mauro Mariani e Renato Hinnig. Berger fez declaração de voto, apoiando abertamente Mariani, disse que Gean Loureiro era seu candidato e da bancada federal. Renato Hinnig seguiu na mesma linha.
Inferno astral
O prefeito de Florianópolis é o padrinho do deputado Gean Loureiro, como pré-candidato a prefeito da capital pelo PMDB, nas próximas eleições. Berger nunca admitiu diretamente, mas para os amigos defendia abertamente. Berger conseguiu uma vitória significativa dentro do partido. Mas ainda vive um inferno astral que pode acabar ou piorar. Falo do seu julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral na semana que vem. Há quem afirme que Berger corre o risco de ter o mandato cassado.
Ciúmes
O encontro do ex-presidente Lula com representantes de alguns partidos da base aliada, tendo o vice-presidente Michel Temer como principal interlocutor do PMDB, gerou alguma ciumeira entre partidos que não foram convidados — PP, PR e PTB, a direita da coalizão governamental. E também deixou no ar uma proposta de misturar o voto em lista fechada defendido pelo PT e o "distritão" que o PMDB quer, tudo para viabilizar o financiamento público de campanha, que parece ser o grande objetivo de Lula na sua pregação pela reforma política.
Mui amigo
“Quando querem ser ministro, juram fidelidade. Mas essa jura só vale até o dia da posse. Não me envolvo mais”. Ex-presidente Lula, sem mencionar a quem se referia.
Pão brasileiro
O aumento na cotação do dólar vai elevar o preço do pão francês já no início de outubro. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), o aumento será entre 5% e 10%. Já o macarrão e o pão de forma terão na próxima semana alta de 5%, informou a Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima). O Brasil importa hoje 60% do trigo que consome. Cerca de 70% do custo da farinha de trigo vem de sua principal matéria-prima, o trigo. A sugestão é em vez de chamarmos de pão francês, chamarmos de pão brasileiro.



