terça-feira, 30 de agosto de 2011

 Ministra recebe pesquisa
O presidente do Sindicato das Empresas do Material Plástico do Oeste Catarinense (Sindioeste), Alceu Lorenzon e seu vice Djalma Azevedo entregaram nesta segunda-feira (29), em Chapecó, para a Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, o relatório da pesquisa do setor da reciclagem do plástico de SC. O evento aconteceu no Centro de Eventos de Chapecó, durante o Sustentar 2011, com a presença dos deputados estadual Dirceu Dresch e federal Pedro Uczai. Indiscutivelmente, hoje um dos grandes batalhadores e defensores do meio ambiente chama-se Lorenzon, sem falar no belíssimo trabalho que vem desenvolvendo frente ao sindicato. Este empresário arrojado, que muitas vezes é criticado tem feito a diferença neste segmento e na construção civil de Xanxerê, investindo no desenvolvimento do município.

Onde vai o PP?
Esta pergunta não quer calar em Xaxim. O PP está dividido em duas alas. Uma que faz parte do governo municipal e a outra sob o comando da presidente da Câmara Joseane Sampaio, que insiste em fazer uma oposição burra, desgastando cada vez mais o partido, mas ao mesmo tempo não esconde sua sede pelo poder. Já diz o ditado popular: “Não se pode servir a dois senhores”. Está chegando o momento do PP se definir de que lado vai estar nas próximas eleições. Analistas afirmam que daqui a pouco o prefeito Gilson Vicenzi pode chutar o balde e rachar definitivamente com o partido.

Na majoritária
Um dos nomes do PP de Xaxim que vem merecendo respeito e admiração por parte das lideranças do PSD é o ex-prefeito de Lajeado Grande, Noeli Dalmagro. Com seu jeito sério de fazer política, Dalmagro vem agregando lideranças e ocupando um precioso espaço na política xaxinense. Indiscutivelmente é um dos nomes que tem tudo para estar na majoritária nas próximas eleições. Mas antes o PP precisa de um comando que fale a mesma língua e venha somar internamente, não dividir.

Se lançou
O petista José Fritsch mudou seu domicílio eleitoral para a capital Florianópolis, visando disputar a prefeitura nas próximas eleições. Depois da última derrota em Chapecó, Fritsch está de olho no eleitorado florianopolitano. Resta saber se Fritsch vai conseguir agregar as lideranças petistas em prol de sua candidatura. Como já morei dez anos na capital e conheço bem a base petista, formada pelo sindicalismo, não será uma missão assim tão fácil. Até porque a Ministra Ideli Salvatti deve buscar colocar um dos seus para que tenha um braço para ajudá-la nas eleições para governadora em 2014. Já Fritsch todos sabem que é da ala do ex-deputado Cláudio Vignatti, desafeto de Ideli. Mas como em eleição nada está definido, o que vale muitas vezes é a intenção. E, no momento, Fritsch só tem a intenção.

Candidato PP
O Partido Progressista (PP) da capital, após uma reunião com seus líderes e dirigentes, decidiu que irá lançar candidato a prefeito nas próximas eleições. Diante disto, Florianópolis poderá ter três candidaturas. O PSDB com o vice-prefeito de Florianópolis, João Batista Nunes numa possível coligação com o PMDB, fato que Dário Berger vê com bons olhos. Já Leonel Pavan, desde as últimas eleições, vem se aproximando do PP, diga-se família Amin. O PSD sempre deixou claro que o pré-candidato a prefeito é o deputado César Souza Júnior e o PT que ainda não definiu o nome. Mas ainda é cedo para tirar conclusões.

Presente de grego
A presidente Dilma Rousseff, foi questionada se seria um "presente" o Congresso não discutir a Emenda 29, que fixa percentuais de investimentos da União, estados e municípios na saúde, e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300, que determina um piso salarial nacional. "Eu não quero é que me dêem presente de grego. Eu quero saber como serão os investimentos necessários para garantir saúde de qualidade, de onde vão sair os recursos. O que considero é que, num momento de crise financeira internacional, não é propícia a aprovação de despesas sem dizer de onde virão os recursos. Que eles aprovassem as despesas, mas tivessem firmeza e coragem de aprovar também de onde vão vir os recursos", afirmou.

Presente de grego II
Olha, esta conversa que o governo federal não tem dinheiro para saúde, nem para determinar o piso salarial nacional e a choradeira da presidente Dilma Roussef, que não sabe da onde tirar dinheiro, cheira sim a um presente de grego para os brasileiros, que seria a volta da CPMF para justificar os investimentos nas áreas da saúde, infraestrutura, etc. Não duvido que daqui a pouco um visionário, a mando da presidente, não apresente este projeto de novo. Nossos representantes e principalmente a oposição tem que estar de olhos abertos, se não quem vai pagar esta conta são os brasileiros.

Quem quer dinheiro...
Pois é, quando o fanfarrão do ex-presidente Lula estava na presidência, como tinha dinheiro. Até para dar à vontade. Quanto foi doado para o cocaleiro Evo Morales e o bufão do Hugo Chávez, Líbia e para tantos outros mercenários.Tudo em função da utopia do pré-sal e de uma idéia fantasiosa de que o Brasil não precisava de dinheiro, aliado ao desejo incontrolável de Lula de ser reconhecido mundialmente com um benfeitor da humanidade. Tudo isto nas costas dos brasileiros. Agora, sua pupila, a presidente Dilma Rousseff, está pagando a conta calada, sem saber o que fazer, a não ser se escabelar. O pior é que tem gente adorando a idéia do Lulinha paz e amor voltar à presidência. Brasileiro tem mesmo memória curta, para não falar outra coisa.

Nota 5
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) criticou ontem a presidenta Dilma Rousseff e deu nota cinco para o governo da petista. “Ela vai ficar no meio do caminho. Ela vai ficar num cinco”, disse. O ex-governador de Minas Gerais duvidou da recente “faxina” nos ministérios que resultou em mais de 20 demissões. “Não me soa crível e nem sincero que ela é avessa a qualquer tipo de deslize na administração pública”. O tucano também comentou a possibilidade de o ex-presidente Lula disputar a Presidência daqui a quatro anos. Segundo o mineiro, Lula demonstra querer voltar. Porém, na opinião dele, Dilma será a candidata.

O sonho acabou
Oito meses de administração Dilma Rousseff depois, o PMDB concluiu que o sonho da vice-presidência, de ser um passaporte para ingressar no futuro governo maior do que saíra da Era Lula e disputar de igual para igual com o PT, virou pesadelo. Além de perder espaço nos ministérios, onde o partido comanda apenas cinco, enquanto o PT acumulou mais poder com 17 ministros e pastas de alta relevância política, como Saúde e Comunicações, o partido luta para não ser subjugado por petistas no Congresso e nas urnas de 2012, assombrado com a perspectiva de encolher nas eleições municipais.

Processos
Levantamento divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que a cada 100 processos que chegaram ao Judiciário em 2010, 70 terminaram o ano sem solução. Isso significa que a Justiça brasileira está mais lenta. Em 2009, a chamada taxa de congestionamento era de 67%. No ano passado, o maior acúmulo de processos foi verificado na Justiça Estadual o ramo do Judiciário com maior demanda. No total, 72% dos processos nos tribunais dos estados permaneceram sem julgamento.