quarta-feira, 7 de setembro de 2011

 Criticar é fácil...
Respeito os nobres vereadores pelo trabalho de fiscalização que exercem. Mas para quem não sabe, o Legislativo recebe de repasse da prefeitura aproximadamente R$ 2,5 milhões para administrar a Câmara de Vereadores. Agora vem a pergunta que poucos sabem: Onde vai este dinheiro todo durante o ano? Será que esta fortuna não poderia ser revertida em obras para os xanxerenses??? Mas não para por aí! Só para se ter uma idéia o ano que vem, a Câmara vai receber aproximadamente R$ 3 milhões da prefeitura por ano. Isto dá quase um mês de arrecadação durante o ano. É, amigos, criticar é fácil.

Novo momento
O município de Xanxerê vive um novo momento, isto é inquestionável. Mas temos muito o que fazer, ainda, isso é uma verdade. Vamos voltar há oito anos, para não dizer 12, quando Xanxerê estava parada, estagnada. Tinha estes paladinos cobrando? Esta pseudo oposição, tida como salvadora da Pátria, falava alguma coisa? Claro que não, pois fazia parte do ex-governo. Agora mudaram de roupa, são até amigos do PT, partido que sempre odiaram e falavam mal.

Desfile certo
Não adianta, a oposição vai sempre falar mal. Convenhamos, o tempo não colaborou para que o desfile de 7 de setembro acontecesse. Mesmo assim, a administração preparou tudo para que houvesse o desfile. É natural, afinal a tradição do Dia da Independência é o desfile, a comemoração à Pátria, e muitas escolas e entidades passaram dias se preparando. Aí veio de novo a crítica, porque a secretaria da Educação esperava que o tempo melhorasse para que o evento não fosse cancelado. Mas não melhorou e foi cancelado. Será que os pais iriam querer os filhos desfilando na chuva? Claro que não. Xanxerê pelo visto tinha que ter vários prefeitos, principalmente da oposição, pois eles sabem tudo. Acertada a decisão da administração e do secretário da Educação, Felix Dalmutt.

Quem são eles...
Está um verdadeiro namoro de cobra, também não é para estranhar, moramos na “Campina da Cascavel”. As manifestações deixam claro que o PT não sabe para onde vai, menos ainda o PP, mas de repente o que se nota é que ambos estão com os seus piores inimigos, agora tidos como os maiores amigos. Então, tudo levar a crer que os “companheiros” (PT, DEM (PSD), PP e PMDB) estarão juntos na próxima eleição, com a solução para mudar. Mas alguém perguntou para a população se quer mudança? Ou o povo está satisfeito?

E agora Xaxim?
Pois é, como estará pensando o eleitor xaxinense, com o surgimento e aprovação da pré-candidatura do empresário Ivanor Momoli (Pekka), pelo seu novo partido, o PSDB.Todos sabem que Pekka foi um dos fundadores do PSDB no município, agora retorna com força total. Sem dúvidas, hoje Pekka se tornou uma grande liderança que deve ser assediada por todos os partidos. Até agora o único partido que já percebeu o potencial do empresário foi o PMDB, isto significa que está na frente. Na foto com o ex-prefeito Cezar Fonini.

Não permito
“Meu governo não irá permitir ataque às nossas indústrias e aos nossos empregos. Não vai permitir, jamais, que artigos estrangeiros venham concorrer, de forma desleal, com nossos produtos.”
 Presidente Dilma Rousseff, sobre a crise mundial

Varas do trabalho
Serão criadas em sete estados brasileiros 51 varas do Trabalho, para facilitar o acesso dos cidadãos à Justiça. Ao todo, nove leis foram sancionadas pela presidente Dilma Rousseff, para viabilizar a instalação das varas e ampliar o número de vagas para juízes nessas instâncias. A medida contempla os estados de Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Alagoas e Sergipe. Os projetos de lei que dão origem à criação das novas instâncias e cargos foram propostos pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e aprovados pelo Congresso Nacional.

Contra a corrupção
A Marcha Contra a Corrupção reuniu milhares de pessoas ontem, no mesmo momento do desfile de 7 de Setembro, em Brasília. A maioria dos participantes levou faixas sobre o caso da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), que se livrou da cassação. A caminhada de protesto começou no Museu da República e foi até o Congresso Nacional. "Essa é uma forma de dizer que país queremos, com moralidade e justiça. É um grito que precisa ser ouvido” disse o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante.

Cargos
A proposta de orçamento enviada pelo governo ao Congresso esta semana prevê a criação de 141 mil cargos e funções e o preenchimento de outras 64 mil vagas no serviço público nos próximos anos. De acordo com o projeto de lei orçamentária, os setores com o maior número de oportunidades em 2012 serão a Justiça do Trabalho e o Ministério da Educação (MEC). Metade dos cargos previstos para todo o Judiciário será destinada aos Tribunais Regionais do Trabalho, um total de 4.449 vagas.

Imposto
O governo federal estuda usar os royalties do petróleo a serem extraídos do pré-sal para financiar a Saúde. A possibilidade surgiu após informações de que não há como o Congresso aprovar um novo imposto para a área. O valor que será destinado ao setor vai depender de avaliações da União, dos Estados e de negociações com governadores.

Xô CPMF
A maioria dos governadores decidiu apoiar a presidente Dilma Rousseff no movimento para criar uma nova fonte de financiamento para a Saúde, mas o Palácio do Planalto foi advertido de que não haverá mobilização em defesa de um tributo nos moldes da CPMF, extinta em dezembro de 2007. Proposta em tramitação na Câmara prevê a criação da Contribuição Social para a Saúde. Pelo menos 15 dos 27 governadores já aderiram ao movimento para criar uma fonte para financiar a Saúde, mas não há acordo sobre como obter essa nova receita.Segundo um ministro petista, Dilma não assumirá o desgaste pela recriação de um tributo, já que, na campanha de 2010, prometeu que não enviaria ao Congresso a proposta de recriação da CPMF. Por isso, o Planalto esperava que os governadores assumissem essa bandeira.

Olha a crise
Em seu primeiro discurso em alusão ao Dia da Independência do Brasil, a presidente Dilma Rousseff fez ontem um pronunciamento pouco otimista à Nação. A declaração, que teve 11 minutos de duração, começou falando da crise econômica mundial, classificada por ela como grave e mais complexa do que a vivida em 2008. Dilma disse, no entanto, que o país está preparado e não será ameaçado. Ela afirmou que fará o possível para defender as empresas nacionais, embora o mercado tenha reduzido a previsão de crescimento neste ano para 3,67%, ao ano, e as indústrias já estão produzindo menos.