quarta-feira, 31 de março de 2010

Governador em Xanxerê
O governador em exercício Gelson Merisio (DEM) assumiu por uma semana, mas não deixou de prestigiar o Oeste. Merisio esteve em Xanxerê, Xaxim e Chapecó assinando convênios e trazendo recursos para a região. Nesta hora é que se vê o quanto é importante ter um representante nas esferas governamentais. Merísio assinou ontem convênios para a construção do novo Terminal Rodoviário no valor de R$ 5 milhões, recursos do governo do Estado, com uma contrapartida da prefeitura de mais de R$ 1,6 milhão. Isto mostra o quanto o prefeito Bruno Bortoluzzi (PSDB) tem administrado com seriedade os recursos públicos, por isso tem verba para dar a contrapartida nesta importante obra. Já para o Hospital São Paulo será assinado um convênio de R$ 2,7 milhões para finalizar o primeiro e segundo pavimentos onde será construída a urgência e emergência do hospital, os leitos para o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como a construção das escadarias e a colocação de elevadores.

Recursos para Xaxim
Em Xaxim, o governador em exercício Gelson Merísio (DEM) entregou a ordem bancária da primeira parcela dos recursos para construção da cobertura metálica do Centro de Eventos do município, no bairro Primavera, que compreenderá 1.207,72 metros quadrados. Os recursos totais são na ordem de R$ 626.888,80, sendo R$ 400 mil por parte do governo do Estado, com contrapartida de R$ 226.888,80 da prefeitura de Xaxim.

Coisa de japonês
Que os japoneses são doentes pela pontualidade, isto a comitiva do governador já sabia. Mas o que mais chamou atenção foi que a comitiva durante a assinatura o contrato com a agência Jica para o financiamento de obras de saneamento básico (R$ 281 milhões), em Tóquio, foi além da presença dos executivos da agência na América Latina, um tabelião conferiu as assinaturas de Leonel Pavan e do presidente da Casan, Walmor de Luca. Ambos tiveram que mostrar documentos para a análise do tabelião. Pavan teve ainda que tirar uma foto de registro da íris para que, no futuro, ninguém venha a se passar por ele.

Pavan discute equipe de governo
Mesmo estando em Tóquio, no Japão, o governador Leonel Pavan vem discutindo a sua equipe de governo. Pavan praticamente confirmou que o secretário especial de Assuntos Internacionais, Vinicius Lummertz Silva deve mesmo acumular a sua pasta com a de Planejamento, a partir da próxima semana. Já o ex-prefeito de Balneário Camboriú, Rubens Spernau é outro nome confirmado para o Deinfra/Infra-estrutura, assim como Enori Barbieri, vice-presidente da Faesc, para a secretaria de Agricultura. Paulo Eli e Cleverson Siewert continuam como interinos na Administração e Fazenda, respectivamente.

Notáveis
Pavan planeja ainda convidar alguns “notáveis” como conselheiros para assessoramento direto, tais como os desembargadores aposentados Francisco de Olilveira, o Chicão e Amaral e Silva, bem como o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro José Carlos Pacheco.

Meu candidato
O pré-candidato ao governo do Estado pelo PMDB, Eduardo Pinho Moreira, em uma entrevista na última terça-feira (30), questionado sobre quem seria o seu candidato preferido a vice-governador afirmou: “Meu candidato é o prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinübing (DEM), é um jovem com uma visão de futuro e tem a cabeça aberta para as mudanças”. Moreira sabe que esta hipótese está descartada, mas por outro lado deixou claro que tem preferência em se coligar com o Democratas.

Manter os cargos
Pinho Moreira acredita que depois da volta do governador Leonel Pavan do Japão, poderão sentar e acertar os cargos no governo do Estado. Moreira defende que sejam mantidos os cargos já ocupados pelo partido. Para Moreira não é um novo governo, mas sim um governo de continuidade.

Candidatura
O pré-candidato ao governo pelo PMDB, Pinho Moreira, afirmou recentemente que vai desmistificar que sua candidatura não cresce. Moreira defende que seu nome sofre uma certa desvantagem entre os demais nomes da Tríplice, a exemplo de Leonel Pavan e Raimundo Colombo, que já foram candidatos ao Senado, entre outros cargos públicos. Mas perguntar não ofende: Moreira não foi deputado federal, vice-governador e governador?

Na mídia
Pinho Moreira vai participar do programa nacional do partido nas chamadas de 30 segundos, que vão ao ar no dia 15. Na segunda e terça-feira, Moreira se dedicará a 20 minutos de inserções, a serem exibidas em Santa Catarina, nos dias 10, 13, 17 e 20 de abril.

DEM em campanha
Está confirmado, a partir desta segunda-feira o DEM começa, em Florianópolis, o processo de mobilização para a campanha. O diretório estadual está convocando uma reunião ampliada para definir um cronograma. “Não tem mais volta. O DEM terá candidato ao governo, com ou sem coligação”, advertiu o senador Raimundo Colombo, que já conta com a parceria do PPS para o embate das urnas. A coordenação do encontro é do ex-deputado Antonio Ceron e do prefeito Milton Hobus, de Rio do Sul.

Apoio do PPS
Os rumores são mesmo de que o DEM e o PPS estarão no mesmo palanque de José Serra aqui no Estado. Resta saber se coligaram para formar uma aliança para disputar ao governo do Estado? Uma coisa é certa, o senador Raimundo Colombo e o deputado federal Fernando Coruja, ambos de Lages, tem conversado muito nos últimos dias. Coruja declarou recentemente que o melhor é apoiar o pré-candidato democrata.

Inflação
O Banco Central informou que as suas expectativas de inflação se deterioraram nos últimos três meses e ultrapassaram a barreira dos 5% para este ano. De acordo com o relatório de inflação do primeiro trimestre deste ano, a projeção coloca a inflação acima do centro da meta do governo, de 4,5%, porém ainda dentro da margem de tolerância (entre 2,50% e 6,50%). Para 2010 e 2011, a meta central de inflação é de 4,50%. Com isso, o IPCA pode ficar entre 2,50% e 6,50%.

Marmita requentada
A pré-candidata do PV à presidência, Marina Silva (AC), assim como a oposição, fez coro às críticas sobre a segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Segundo ela, muitas obras do novo programa estão repetidas e caracterizou o primeiro PAC como uma “colagem de projetos”. Para ela, a idéia do governo Lula não passa de uma “marmita que foi requentada”.