Pavan almoça com PMDB
O vice-governador Leonel Pavan participou de almoço com a bancada do PMDB. O cardápio foi a posse de Pavan em janeiro, as pesquisas do Instituto Mapa e as eleições de 2010. Pavan reiterou que dará continuidade ao atual governo e que manterá os mesmos espaços do PMDB no governo. Mas alguns cargos, com certeza, irão mudar.Animado
O deputado federal Cláudio Vignatti (PT) ficou animado com o percentual conferido pelo Mapa a sua pré-candidatura ao Senado: 12,7%. Vignatti está no seu segundo mandato na Câmara dos Deputados e com pouco mais de 40 anos de idade, ele só perde, segundo a pesquisa, para o governador Luiz Henrique e Esperidião Amin.O segundo voto
Estamos a um ano da eleição e começam a aparecer as projeções para os pré-candidatos ao Senado. Mas uma pergunta não quer calar: Quem mais pode ser beneficiado na eleição para o Senado? O governador Luiz Henrique aparece com um bom número nas pesquisas, até aí tudo certo, mas o segundo voto vai para quem? A tendência é que o segundo voto vá para o candidato do PT, Cláudio Vignatti? Afinal uma parte do PMDB vota no PT. O mesmo acontece com Esperidião Amin, pois o PP é base do governo e já se aliou com o PT, nas ultimas eleições. Vignatti tem tudo para pegar o segundo voto e deixar LHS ou Amin na estrada, e se eleger no vácuo.
Costurar
O PMDB tem suas fissuras internas devido à decisão do governador Luiz Henrique em apoiar a reedição da Tríplice Aliança e o tucano José Serra, o que deixou a ala do atual presidente estadual do partido, Pinho Moreira, chateada. Já no lado do PP, a insistência de última hora da deputada federal Ângela Amin em concorrer ao governo do Estado também criou fissuras internas. Por isso, todo cuidado é pouco, não acredito que estes problemas sejam superados durante a eleição. Muitos votos para o Senado poderão migrar para o PT, de ambos os lados.
E, agora, Biehl?
Os números apresentados por Hugo Biehl (PP) com menos de dois dígitos na pesquisa para o governo do Estado acendeu o sinal vermelho no PP. Já tem progressista afirmando que seria suicídio lançar Biehl, para governador, com estes números na pesquisa, pois poderia facilitar ainda mais a vitória do adversário - Tríplice Aliança - já no primeiro turno. O suicídio também seria interno, fragilizando as perspectivas proporcionais, deputados estadual e federal.Fenômeno
A última pesquisa para o Senado chamou a atenção para os números alcançados pelo ex-governador Esperidião Amin (PP) que está fora da mídia e sem mandato, desde 2003. Amin, indiscutivelmente, é um fenômeno eleitoral. Os progressistas tem mesmo que comemorar. No geral, Amin está apenas com 4% atrás de Luiz Henrique.
Avaliação
“Todo homem público não deve temer a avaliação popular ou pesquisa política. Por hora, minha atuação não está sendo pautada por pesquisas”. Frase postada, ontem, no Twitter do vice-governador Leonel Pavan e pré-candidato ao governo do Estado, se referindo à ultima pesquisa para governador.
Reunião do PP
A executiva estadual do PP voltou a se reunir segunda-feira, com a presença dos pré-candidatos Ângela Amin e Hugo Biehl, o ex-governador Esperidião Amin, além de deputados, prefeitos e dirigentes partidários. Ângela Amin reafirmou sua posição pela escolha do candidato na convenção até junho de 2010, Biehl bateu na tecla de uma prévia, ainda em 2009. Pelo jeito, o presidente Joares Ponticellli vai submeter aos 13 mil integrantes dos diretórios municipais a decisão sobre a forma de escolha do candidato a governador.
Rejeição
A situação da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), é desesperadora. Ela tem 75% de rejeição e 4% de aprovação. É melhor pedir para sair. Imagine como devem estar os tucanos que apóiam a pré-candidatura à presidência de Jose Serra?
Propinas
Os fofoqueiros de plantão estão afirmando que os principais executivos de empreiteiras já se reuniram no Rio de Janeiro para combinar a estratégia de “acertar” as obras das Olimpíadas. E combinar o limite máximo para propinas. É mole ou quer mais?
Mui amigo???
Além de ter convencido Ciro Gomes (PSB) a mudar seu domicílio eleitoral para São Paulo, facilitando a vida de Dilma Rousseff (PT) e complicando a de José Serra (PSDB), Lula está empenhado em evitar que o tucano Aécio Neves aceite ser vice numa chapa encabeçada pelo correligionário paulista. O assunto foi discutido na conversa que o presidente e o governador de Minas tiveram há uma semana, em Brasília. Atencioso e sedutor, Lula aconselhou Aécio a não se afobar. “Seu tempo chegará”, disse. “Não vale a pena se acorrentar ao futuro de Serra. Muito melhor a segurança oferecida pela vaga no Senado”, garantiu o presidente, que ainda sugeriu que Aécio indique Itamar Franco (PPS) para compor a chapa com Serra.
Mudança de partido
Pouco adiantou a regra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pune com perda do mandato a infidelidade partidária. Na Câmara, 27 dos 513 deputados trocaram de partido, a um ano das eleições. Já no Senado, 4 dos 81 senadores seguiram o mesmo caminho. O PMDB da Câmara foi o que mais perdeu, com a saída de 8 deputados . Já o PSC ganhou 6, saltando de 14 para 20 cadeiras, além de conquistar um senador. E o PSDB passou de 13 para 15 senadores.
Cidades fiscalizadas
Quatro prefeituras gaúchas e duas catarinenses foram incluídas na fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU). No Rio Grande do Sul, foram sorteados Cerro Grande do Sul, Gaurama, Itaqui e Tucunduva. Em Santa Catarina, Calmon e Cordilheira Alta. O objetivo da CGU é verificar como foram aplicados os recursos repassados pela União para a execução de programas nas áreas de segurança pública, ciência e tecnologia e indústria.
CPI do MST
O governo Lula fez de tudo para impedir a instalação de uma CPI no Movimento dos Sem Terra (MST). Finalmente, o presidente conseguiu impedir a CPI. Mas contou com o apoio de três deputados catarinenses Edinho Bez e Celso Maldaner, ambos do PMDB, e João Pizzolatti, do PP, retiraram as assinaturas do requerimento, sepultando as investigações. Vão dizer o quê, agora, nossos deputados na base?