quinta-feira, 14 de janeiro de 2010





Sim! 600 casasConforme o prefeito em exercício Leandro Júnior Vigo (PTB), ontem a prefeitura fechou um acordo com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 10 milhões dentro do projeto “Minha Casa, Minha Vida” para construção de moradias. Em fevereiro deve ser feita a terraplanagem no bairro Leandro onde serão construídas 108 casas. Vigo foi taxativo garantindo que a administração mantém a promessa assumida de fazer 600 casas. “Vamos fazer neste três anos que restam”, disse. Tremam fariseus!

Os contras
A administração Bruno e Vigo assumiu a responsabilidade de fazer 600 casas em quatro anos, o que jamais foi sonhado antes em Xanxerê. Mas é incrível o que tem de contra torcendo para o fracasso deste projeto. Sinceramente, diante do trabalho que a dupla Bruno e Vigo vem realizando no município e o que já conseguiu de recursos, se fizer 200 casas está excelente. Ou será que os contra esqueceram que em oito anos não foi feita nenhuma casa?

Polêmica
O deputado Gelson Merísio (DEM) vai assumir a presidência da Assembléia Legislativa no dia 1º de fevereiro e já vai ter polêmicas para apreciar. É que no dia 3 de fevereiro termina o prazo para o vice-governador Leonel Pavan apresentar sua defesa no processo de impeachment apresentado pelo Diretório Estadual do P-Sol. Segundo especialistas, a alegação é de que o P-Sol não tem legitimidade para propor a ação, por não tem fundamento.

Prefeitos tucanos
O presidente em exercício do PSDB, Marco Tebaldi, juntamente com o presidente da Associação Catarinense de Prefeitos e Vice-prefeitos do PSDB, e o vice-governador Leonel Pavan estão convidando todos os prefeitos do partido para uma reunião de trabalho na próxima segunda-feira (18), às 17h30, em São José, quando será debatida a posse de Pavan ao cargo de governador do Estado e o planejamento para este ano. O prefeito Bruno Bortoluzzi, que está de férias em Florianópolis, já confirmou presença.

Perseguição
E a pressão contra o vice-governador Leonel Pavan continua forte. Ontem, a edição do Diário Catarinense trouxe várias fotos de Pavan no aeroporto de Florianópolis, no que seria o suposto encontro dele com os representantes da Arrows Petróleo do Brasil, Marcos Pegoraro e Eugênio Silva. Na verdade, só com as fotos é difícil de incriminar o vice-governador, porque o que se vê é Pavan andando no aeroporto. Ontem, também o RBS Notícias mostrou trechos de conversas telefônicas que supostamente incriminariam o vice-governador, mas o advogado da empresa acusada nega o envolvimento de Pavan em qualquer situação de suborno. Mas perguntar não ofende: a investigação não está em segredo de justiça? Por que estão vazando as informações só para um grupo de comunicação? Quem está ganhando com isto em um ano eleitoral?

Nota
O vice-governador Leonel Pavan enviou, ontem, para a imprensa uma carta aberta onde afirma veementemente que é inocente das acusações que vem sendo divulgadas. Pavan diz ainda que o inquérito conduzido pela Polícia Federal teve início ainda no ano passado (2008). De lá para cá já assumiu diversas vezes o governo e se tivesse algum interesse em atender ao pleito ilegítimo dessa empresa, não seria mais fácil fazê-lo na condição de governador que tem competência para tanto, uma vez que o vice não possui essa atribuição legal? “Acusam-me, sem provas, de haver pressionado funcionários da Fazenda catarinense para impedir o cancelamento da inscrição da empresa. Sem embargo de que alguma testemunha confirme tal fato, a verdade é que o cancelamento ocorreu e persiste até hoje, não havendo qualquer prejuízo para o Estado. Ignoro o tipo de motivação que pode ter-me envolvido nesse caso”, escreveu.

Declaração
Ontem, o empresário Marcos Pegoraro, principal acusado de corrupção ativa no inquérito da Polícia Federal, fez a primeira declaração sobre o polêmico processo. Através de seus advogados Alexandre Neuber e Carlos Tápias contestou várias das acusações e esclareceu todas as negociações na secretaria da Fazenda. Não é como estão tentando vender. O principal objetivo foi acusar o vice-governador Leonel Pavan e conseguiram.

Ajuda ao Haiti
As doações anunciadas por países e instituições financeiras globais para o Haiti em três dias, desde o terremoto que devastou o país na última terça (12), já correspondem a mais de um terço do orçamento anual do país caribenho, segundo dados dos governos e informações das agências internacionais A ajuda anunciada por governos e instituições é de ao menos US$ 350 mihões e o orçamento do país, em 2008, era de US$ 967 milhões, diz uma agência dos EUA.

Terremoto
A Cruz Vermelha do Haiti anunciou ontem que estima entre 45 mil e 50 mil o número de mortos pelo terremoto que devastou o país na terça-feira. Segundo a entidade, há pelo menos três milhões de feridos ou desabrigados.O número de vítimas no país ainda é difícil de confirmar, por conta da situação caótica e da destruição da infraestrutura de telecomunicações. O país foi literalmente devastado por este terremoto.

CPI
A CPI que investiga os esquemas de corrupção no governo do Distrito Federal acaba de aprovar um requerimento convocando o ex-secretário do DF, Durval Barbosa. Durval foi o homem que revelou o suposto esquema de corrupção que resultou na Operação Caixa de Pandora da Polícia Federal. Barbosa, além de colaborar com a Justiça, gravou vídeos onde entrega dinheiro supostamente desviado de contas do governo a deputados distritais e ao próprio governador José Roberto Arruda (sem partido).

Bomba
O terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira liberou uma energia equivalente a de 30 bombas nucleares como a de Hiroshima. Imagine o terror que este povo sentiu, realmente é indescritível. Os terremotos são causados pelo movimento de placas tectônicas.

Fogo serrado
A ministra e pré-candidata à presidência da República, Dilma Rousseff, está sob fogo cerrado da oposição por causa da polêmica em torno do Programa Nacional de Direitos Humanos. O Palácio do Planalto e o alto comando petista definiram que a melhor forma de tirar a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, da linha de tiro é incentivá-la a mergulhar nos preparativos de sua campanha presidencial. Mas, principalmente, ficar quietinha, para não falar bobagem.