segunda-feira, 30 de março de 2009

Soldado do partido

Quem esteve prestigiando a inauguração do escritório do deputado Merisio, foi o ex-prefeito Avelino Menegolla. Desde a entrega do cargo para o atual prefeito, Menegolla havia sumido das rodas políticas. Conforme informações, Menegolla tem se dedicado a sua empresa e família. Mas não se engane, o homem apenas guardou a farda. Como bom soldado tem que estar sempre alerta, vai que o comando partidário o chame para mais uma batalha!


Escritório

Na abertura do escritório do deputado Gelson Merisio (DEM), no último sábado, ficou evidenciado o prestígio do deputado na região. Prestigiaram o evento os prefeitos de Xaxim Gilson Vicenzi (DEM), de Lajeado Grande Zeno Zmijevski (DEM), Ponte Serrada Antôninho Rossi (DEM), Faxinal dos Guedes Flávio Boff (PSDB) e Ouro Verde Sadi da Luz (PSDB), e lideranças. Como já venho falando, Merisio tem tudo para uma eleição tranqüila em 2010, basta o homem sorrir um pouco mais e conversar com as pessoas.

Diplomático

O deputado estadual Gelson Merisio convidou o prefeito Bruno Bortoluzzi para a abertura de seu escritório em Xanxerê. Além de Bortoluzzi vários prefeitos da região prestigiaram o evento. Em seu discurso, Bortoluzzi foi extremamente diplomático e disse: “Xanxerê recebe os amigos da região da Amai de braços abertos”.


Entrega

Mesmo não podendo estar na entrega da retroescavadeira para a prefeitura em Xanxerê, o deputado Valdir Colatto recepcionou o prefeito Bruno Bortoluzzi, em Chapecó, pela parte da manhã de sexta-feira onde fez a entrega simbólica da máquina ao prefeito.


Reunião distrital

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) realiza hoje em Xanxerê uma reunião distrital com os municípios da Amai. O evento vai acontecer, às 19h30, no Restaurante e Pizzaria London. O objetivo da reunião é discutir a viagem que os lojistas irão participar em Joinville de 28 a 30 de maio na convenção anual. Conforme o diretor distrital do 4º distrito da FCDL, Jair Rodrigues já estão confirmados dois ônibus.


Marcando presença

A presença constante do presidente da Câmara de Xaxim, Amarildo Maroco (DEM) em todos os grandes eventos do partido na região tem chamado a atenção. Já tem gente afirmando que Maroco pensa seriamente em uma vaga no Legislativo, em 2010. Será que Maroco vai buscar uma vaga na Assembleia Legislativa? Com a palavra o vereador.


Esperança

O que se percebe nas conversas de peemedebistas é que o governador Luiz Henrique vai escapar da cassação. Tem lideranças que afirmam de pé junto que o governador escapa, tranquilamente, pois ele renunciou para concorrer. Tem alguns que afirmam que os quatro votos necessários para absolvição dos sete ministros, LHS já tem. O jeito é esperar até abril.


Reunião tucana

O final de semana foi de reunião dos tucanos no Sul do Estado. A executiva estadual do PSDB reuniu parlamentares, prefeitos, vices, vereadores e lideranças regionais de mais de 30 municípios. Os tucanos tem observado a movimentação, tanto do DEM, como do PMDB, que já colocaram o bloco na rua. Pavan foi aclamado pelos correligionários como pré-candidato ao governo do Estado, mas se manteve em cima do muro.


Cavalo encilhado

Mesmo sendo aclamado como virtual candidato do PSDB a governador, Pavan observou que a prioridade agora é assegurar a governabilidade com os partidos aliados, o PMDB e o DEM. “Não queremos antecipar candidaturas”, assinalou o vice. Na realidade, Pavan não quer entrar em choque com seu amigo o governador Luiz Henrique. Mas, ao mesmo tempo,

o PSDB está se fortalecendo e começa desde já a organizar uma nominata de pré-candidatos a deputado estadual e federal, que serão indicados pelas próprias bases regionais. “O cavalo já está sendo encilhado. Se parar na minha frente estou pronto para montá-lo”, disse.


Juntos em Brasília

O governador de São Paulo, José Serra, esteve na capital na semana passada onde realizou uma palestra e se reuniu com tucanos. Serra conversou com Luiz Henrique e ouviu do governador que ele vai, sim, concorrer a uma vaga ao Senado em 2010. LHS foi mais longe e afirmou: “Vamos estar juntos em Brasília a partir de 2011”, numa referência indireta à eleição do tucano à presidência da República. Então, LHS vai ter que renunciar para Pavan se quiser apoio do PSDB.


Senadores

Até o momento três nomes já confirmaram que irão disputar uma vaga ao Senado. O primeiro foi o governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB), em seguida o DEM lançou o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, agora o PT garante que Cláudio Vignatti é o nome do partido. Mas e o PP? Será que Ângela Amin vai para o Senado e abre mão para Hugo Biehl concorrer ao governo do Estado? Mas e os tucanos que até agora não decidiram o que farão?


Fundo de emergência

Os partidos de oposição PSDB, DEM e PPS querem propor a criação de um fundo de emergência para socorrer estados e municípios, que já perderam R$ 2,8 bi por conta da queda da arrecadação em consequência da crise. Os repasses do FPM neste mês registram redução de 14,5%, em comparação com o mesmo mês do ano passado.


Partidos

Os partidos políticos têm até o dia 30 de abril para entregar à Justiça Eleitoral a prestação de contas anual referente ao exercício 2008. De acordo com a Lei dos Partidos Políticos (9.096/95), a falta de prestação de contas, a desaprovação total ou parcial implica a suspensão das cotas do Fundo Partidário do ano seguinte ao do exercício analisado.


Estabilidade

O instituto Datafolha publica hoje uma pesquisa onde mostra que a maioria dos prefeitos eleitos no Estado, no ano passado, defende o fim da estabilidade dos funcionários públicos. Sem dúvidas esta é uma discussão que em breve terá de ser feita pela sociedade. Mas acredito que ainda deva demorar, pois gera muitas discussões e controvérsias.


Pesquisa

O Instituto Sensus fez várias simulações de uma eventual eleição em primeiro turno para a sucessão de Lula. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Veja abaixo como ficam os números hoje:


Quando o confronto é entre José Serra, Dilma Rousseff e Heloísa Helena dá o seguinte:

Serra - 45,7% (tinha 42,8% em janeiro);

Dilma - 16,3% (tinha 13,5% em janeiro);

Heloísa - 11% (tinha 11,3% em janeiro)

Quando o confronto é entre Aécio Neves, Dilma e Heloísa Helena dá:

Aécio - 22% (tinha 23,3% em janeiro);

Dilma - 19,9% (tinha 16,4% em janeiro);

Heloísa Helena - 17,4% (tinha 18,2% em janeiro)

Quando o confronto é entre Serra, Ciro Gomes e Heloísa, dá:

Serra - 43,3% (tinha 41,9% em janeiro);

Ciro - 14,9% (tinha 10,6% em janeiro);

Heloísa - 12,8% (tinha 13,8% em janeiro).

Quando o confronto é entre Aécio, Heloísa e Ciro, dá:

Aécio - 21,2% (tinha 21,9% em janeiro);

Ciro - 19,2% (tinha 16,1% em janeiro)

Heloísa - 19% (tinha 18,9% em janeiro)

Simulação para o segundo turno

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos

Entre José Serra e Dilma Rousseff, dá o seguinte:

Serra - 53,5% (tinha 50,8% em janeiro);

Dilma - 21,3% (tinha 16,6% em janeiro).

Entre Aécio Neves e Dilma, dá:

Dilma - 29,1% (tinha 23,9% em janeiro);

Aécio - 28,3% (tinha 30,4% em janeiro).

Entre Serra e Ciro Gomes, dá:

Serra - 49,9% (tinha 50,2% em janeiro);

Ciro - 20,3% (tinha 14,7% em janeiro).

Entre Aécio e Ciro, dá:

Ciro - 31,2% (tinha 24,7% em dezembro);

Aécio - 26,8% (tinha 29,1% em janeiro).















Golpe militar

Hoje faz 45 anos que aconteceu o golpe militar no Brasil. Não é uma data para comemorar, mas também não é para ser esquecida. Foram anos de ditadura militar que ceifaram milhares de vidas de brasileiros, muitos sumiram, assim como nossa filosofia e nossa liberdade. O golpe se deu por vários aspectos, mas o temor às mudanças defendidas pelo governo de João Goulart, as quais incluíam a reforma agrária e a reforma urbana, que trariam mudanças benéficas para os setores mais pobres da sociedade, como os trabalhadores rurais e urbanos, e perdas de privilégios e vantagens para as classes dominantes e oligárquicas. Em 1964, houve um movimento de reação, por parte de setores conservadores da sociedade brasileira liderados pelas Forças Armadas, a sociedade civil e o alto clero da Igreja Católica, com total apoio dos Estados Unidos temendo que o Brasil viria a se transformar em uma ditadura socialista similar à praticada em Cuba. Esta época foi caracterizada economicamente por um grande desenvolvimento do país, conseguido às custas da entrada de dinheiro norte-americano em grandes quantidades. Porém, tal desenvolvimento econômico foi acompanhado de uma violenta repressão política, especialmente durante as décadas de 1960 e 1970, sob a Lei de Segurança Nacional. A tortura se tornou comum e até hoje milhares de pessoas continuam desaparecidas. Mas, agora, vivemos num momento onde todos tem a liberdade de expressar-se, de ir e vir. Viva a democracia!

História do Golpe Militar!