quarta-feira, 7 de abril de 2010


Cidadão Xanxerense
A câmara de vereadores aprovou, ontem, por unanimidade o título de Cidadão Xanxerense ao deputado federal Valdir Colatto. Título este considerado a maior honraria que a Casa pode prestar a um cidadão. Colatto é natural de Barracão, no Rio Grande do Sul, quando veio com sua família morar em Xanxerê aos sete anos de idade. Sem dúvidas é uma justa homenagem a este já xanxerense de muitos anos que iniciou sua carreira política através deste município e junto com sua família construiu uma bonita história e um legado de trabalho em prol da sociedade xanxerense que merece respeito e admiração. Pontos para os vereadores!

Presidente
Pela primeira vez o vice-presidente da Câmara de Chapecó, vereador Ricardo Lunardi, assumiu os trabalhos, na ausência do presidente Valdemir Stobe. Lunardi foi eleito vice-presidente da Câmara no início deste ano, junto com Stobe e os secretários Itamar Agnoletto (1º) e Ivaldo Pizzinatto (2º) que ontem pediu licença do cargo (secretário) por seis meses. Lunardi é um vereador que tem hoje o respeito e admiração até dos adversários pela sua postura ética e séria na política. Sem dúvidas ganha o legislativo chapecoense.

Rua Iluminada
Foi trocada a iluminação da avenida La Salle para lâmpadas brancas, dando uma maior luminosidade e um brilho todo especial à avenida. Sem dúvidas, estas luzes tem mudado o panorama de várias ruas. O responsável pelo setor, Mário Cunha foi um dos principais defensores deste tipo de luz. Então, pontos para Cunha que tem deixado a nossa querida Xanxerê cada vez mais bonita.

Representantes
Tem liderança política que tenta colocar no discurso que agora “as verbas vem para Xanxerê porque temos lideranças nas esferas estadual e federal”, o que não deixa de ser uma verdade. Mas também não podemos esquecer que tem outras lideranças ajudando Xanxerê, a exemplo dos deputados Odacir Zonta (PP), Gervásio Silva (PSDB) e Claudio Vignatti (PT), entre outros, que já trouxeram verbas significativas para Xanxerê.

Nova tríplice?
A deputada federal Angela Amin (PP) esteve reunida em um almoço na última terça-feira com a bancada do partido na Assembleia Legislativa. Após o almoço, Ângela foi visitar o presidente da casa Gelson Merisio (DEM). Com certeza este ato da pré-candidata ao governo do Estado mostra o interesse de uma aproximação com o Democratas. Todos sabemos que as coligações só deve ser fechadas no apagar dos candeeiros, em junho. Mas já começa a se desenhar uma nova Tríplice Aliança no Estado formada pelo PP, DEM e PSDB.

Aproximação
Você acha que este encontro entre Angela e Merisio foi uma coincidência? Claro que não. Só pensaria um ingênuo em política. Ambos trocaram elogios recíprocos e muito afago. Coisa impossível de se ver até há pouco tempo, pois os partidos haviam se distanciado, dede que o DEM entrou para a Tríplice. Observadores afirmam que houve manifestações categóricas de que os dois partidos poderão estar juntos em 2010. Merisio considerou fundamental buscar “pontos em comum, até porque as bases partidárias estão afinadas”. E concluiu: “União para ganhar as eleições”. Já Angela, afirmou que “Santa Catarina tem que estar acima de qualquer interesse pessoal”.

Os caminhos do PMDB
Os caminhos a serem trilhados pelo PMDB nesta eleição foram definidos nas prévias do partido, quando Pinho Moreira foi escolhido como pré-candidato ao governo do Estado, evidenciando que o PMDB vai sair com cabeça de chapa ou chapa pura nesta eleição. Mas por outro lado, pode acontecer uma reviravolta e colocar o vice de Ideli Salvatti (PT), já que os partidos estão praticamente coligados em nível nacional. Mas são conjecturas. Agora uma coisa é certa, o DEM não acredita mais em uma coligação com o PMDB, tanto que saiu do governo para buscar espaço para seu pré-candidato, o senador Raimundo Colombo. E o PSDB também se aproxima, cada vez mais, do PP. Então, que caminho seguirá o PMDB?

E agora LHS?
A ideia do ex-governador Luiz Henrique em lançar o prefeito de Florianópolis, Dário Berger, como pré-candidato ao governo acabou forçando o partido a realizar uma prévia para escolher entre Moreira e Berger. O tiro saiu pela culatra e gerou um rebuliço no partido. Mas não foi só isso, o DEM vendo que não teria espaço e seria engolido pelo PMDB e pelo PSDB desembarcou do governo para buscar espaço e visibilidade, deixando claro que também estava saindo da Tríplice. Agora, Luiz Henrique contabiliza um desgaste interno no PMDB e sem o apoio dos partidos da Tríplice para o senado, pois diante das constatações, tanto o PSDB como o DEM devem lançar candidatos ao Senado. Será cada um por si.

Novo líder
Os tucanos estão com novo presidente, é o secretário geral Beto Martins, que é prefeito de Imbituba. Martins, que deverá ficar à frente do partido até o prazo fatal das convenções homologatórias, em final de junho, já tem como primeiro desafio mobilizar os tucanos para o ato do próximo sábado (10), que vai marcar o lançamento da candidatura de José Serra à Presidência. O novo presidente vai acertar para o dia 8 de maio um mega-evento com a presença de Serra, em Florianópolis. Aproveitando sua presença no Estado, o presidenciável cumpriria agenda por alguns municípios.

Oposição Ferrenha
O governador Leonel Pavan (PSDB) assumiu o governo em um momento muito conturbado, pois as campanhas já começaram. Os partidos de oposição já demonstraram que irão fazer uma oposição ferrenha ao governo de Pavan. O líder do PT na Assembléia, Décio Góes, ocupou a tribuna para disparar contra o governo do Estado. O DEM, que se diz aliado, também fez críticas: “Onde está o governador, afinal de contas? Na semana passada, andava no Japão; ontem estava em Ituporanga. O governador tem que estar é aqui resolvendo os problemas”, disse o deputado Darci de Mattos (DEM). Pois é, mas quando o democrata Gelson Merisio assumiu o governo estava tudo certo, agora o DEM demonstra que quer se afastar do governo. Coisas da política!

Pulseiras
O projeto do deputado Narcizo Parisotto (PTB) proibindo a distribuição e comercialização das chamadas "pulseiras do sexo" em Santa Catarina, passou pela Comissão de Constituição e Justiça. O deputado Joares Ponticelli sugeriu que o projeto fosse a plenário, ainda esta semana, passando pelas Comissões de Educação e de Direito e Garantias Fundamentais, a fim de antecipar a análise.

Vai ter que trabalhar
A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, terá de reassumir a função de técnica da Fundação de Economia e Estatística Siegrefried Emanuel Heuser (FEE), do governo do Rio Grande do Sul, sob pena até de demissão por abandono de emprego. Há anos Dilma estava à disposição do governo federal, mas a governadora tucana Yeda Crusius revogou a cessão. Rousseff terá que voltar a trabalhar.

Tucanos deixam FHC discursar
A cúpula do PSDB voltou atrás e decidiu que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso discursará na festa de sábado (10) em que o ex-governador José Serra será anunciado como pré-candidato do PSDB à presidência. Os tucanos diziam que, além de Serra, poucos líderes fariam discursos. O ex-governador Aécio Neves também discursará, além dos presidentes dos partidos da coligação. Serra decidiu não alimentar o bate-boca com Dilma. No discurso que fará sábado, ele pretende adotar um tom mais propositivo. A ordem no comando de campanha, no momento, é evitar o que consideram uma armadilha dos petistas de entrar em confronto direto com Lula.

Dilminha simpatia???
Quando o marqueteiro Duda Mendonça descobriu que Lula não fora eleito três vezes seguidas, por causa de sua imagem radical e agressiva, crítica, negativa, destrutiva e intransigente, imediatamente inventou o “Lulinha paz e amor”. O mesmo método não está dando certo com Dilma, pois “o lobo perde a pele, mas não perde o viço”. Dilma ri, põe chapéus extravagantes, vai a programas de televisão, toca atabaque em festas populares, mas jamais será simpática ou afável, primeiro porque não sabe como ser e segundo porque não quer, está muito satisfeita em ser sectária, terrorista, autoritária e prepotente.

Sarney presidente
Tem coisa que só o PT consegue fazer. Vinte e cinco anos após assumir a presidência da República com a morte de Tancredo Neves, José Sarney voltará a responder pelo cargo. Ele deve assumir interinamente a presidência da República no próximo domingo, quando o presidente Lula embarcará para os Estados Unidos. Pela legislação brasileira, a cada viagem internacional do titular, o seguinte na linha sucessória assume o posto. O vice José Alencar não pretende assumir para não se tornar inelegível nas eleições de outubro; o mesmo acontece com Michel Temer, presidente da Câmara, que quer ser o vice de Dilma Rousseff. O seguinte é José Sarney, como presidente do Senado. Então, Sarney será presidente por uns dias. Mas que não me venha ressuscitar os “fiscais do Sarney”.