Nervosismo
O nervosismo tomou conta da secretaria da Fazenda depois que uma dezena de servidores prestou depoimento para a Polícia Federal na Operação Transparência, quando sete servidores foram indiciados. Conforme o secretário Antônio Gavazzoni, não há motivo para alarme, mesmo depois da transição do governo nenhum servidor irá sofrer constrangimento. “Eu lamento por todos estes fatos envolvendo a secretaria, apenas fizemos o nosso papel e endurecemos a fiscalização”, disse Gavazzoni.Dívida
Conforme o secretário da Fazenda, Antônio Gavazzoni, a dívida da empresa Arrows Petróleo deve chegar a R$ 23 milhões. O secretário disse que está sendo realizado um processo administrativo para descobrir o que houve com o processo físico da Arrows, mas que não houve prejuízos porque os autos foram reconstituídos, com base na cópia entregue ao Ministério Publico Estadual, em abril. Em síntese, Gavazzoni se refere àquele processo contra a empresa Arrows que sumiu.
Muito barulho
Olha, esta história de denúncias contra o vice-governador Leonel Pavan vai ter muitos capítulos, ainda. Pavan nega sua participação em qualquer ato ilícito. Uma coisa é certa, como as atividades se encerram na sexta-feira, fatos novos no Judiciário somente em fevereiro, com a reabertura dos trabalhos judiciários. Pavan assumindo o governo em abril passa a ter foro privilegiado e aí o processo vai para a esfera federal. Enfim, muito barulho...
Tente outra vez
O vice-governador Leonel Pavan não se deixa abater com as denúncias e escreve em seu twitter uma estrofe da música de Raul Seixas, Tente outra vez: “Não diga que a vitória está perdida, se é de batalhas que se vive a vida...”
Recurso rejeitado
O Tribunal de Justiça rejeitou novo recurso impetrado pela defesa do vice-governador Leonel Pavan. Declarou-se competente para julgar o harbeas corpus e considerou o pedido extinto, pois o inquérito já foi concluído e a denúncia crime já formalizada. Recursos, a partir de agora, pela defesa, só nos Tribunais Superiores.
Reconhecimento
O senador Raimundo Colombo (DEM) recebeu o reconhecimento do Portal Transparência do Brasil como o senador mais atuante e que mais apresentou projetos. Conforme o Portal, 80% dos projetos de autoria de Colombo irão impactar diretamente a vida das comunidades, se forem aprovados pelo Senado.
Palanque
O presidente Lula tem reconhecido para amigos mais próximos que em Santa Catarina e bem provável que a sua candidata, Dilma Rousseff, transite por dois palanques. Não vê possibilidade do PT estar com o PMDB, pelo menos por enquanto.
Falta de respeito
Até mesmo a deputada federal Ângela Amin, pré-candidata do PP ao governo do Estado, em 2010, ficou surpresa com a nota da executiva do partido que oficializou o seu nome para disputar as eleições. O ex-postulante Hugo Biehl também se mostrou surpreendido pela decisão da cúpula. Até Ângela Amin decidir ser candidata, ele era o nome do partido. Agora, nem consideração estão tendo com ele. Meia dúzia de caciques decidiu e defenestrou, literalmente, Bielh da disputa. Realmente, foi uma tremenda falta de respeito com Biehl, uma liderança que muito fez pelo PP.
Denúncia
O Ministério Público do Maranhão denunciou a Fundação José Sarney pela aplicação irregular de R$ 960 mil repassados à entidade por meio de convênio com a Gerência de Estado da Cultura. Segundo a ação civil pública por improbidade administrativa, o dinheiro deveria ser usado na “conservação, divulgação e exposição pública do acervo bibliográfico, documental, textual e museológico” da fundação, mas foi utilizado para “custear despesas administrativas, entre elas pagamento de pessoal e manutenção da entidade”. Na ação, os promotores pedem a indisponibilidade dos bens da fundação para garantir o ressarcimento dos prejuízos. Em outubro deste ano, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), confirmou o fechamento da fundação por falta de recursos financeiros.
Ajuizada
O Ministério Público de São Paulo ajuizou ação civil contra a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT) para que ela devolva R$ 4,6 milhões aos cofres públicos por supostas irregularidades em contratos emergenciais de 2002. Segundo o Ministério Público, na época, um contrato foi firmado para a construção de um piscinão com dispensa de licitação em regime de emergência. No entanto, a ação foi julgada ilegal pelo Tribunal de Contas do Município e uma investigação pela Promotoria de Justiça do Patrimônio Público comprovou que a contratação desrespeitou os princípios de “legalidade, economicidade e da vantajosidade”.
Vice de Dilma
Lula já deu o recado para o PMDB, Dilma vai de Meirelles como vice à presidência da República, e não de Temer, queira ou não a cúpula do PMDB. A possibilidade de o partido resistir à vontade de Lula e dos financiadores de campanhas à presidência, o que não é pouco, ficará por conta da candidata, ou seja, do seu desempenho nas pesquisas. Mas há um detalhe: se Dilma patinar, alguém aí acredita que o PMDB vai querer participar da chapa petista?
Kit sobrevivência
Por esta uma certa deputada federal não esperava. Ela esqueceu sua bolsa no cafezinho. Funcionários da Câmara acharam a bolsa e abriram para saber de quem era. O que chamou a atenção foi o que tinha dentro da bonita bolsa. Nela encontraram documentos, cosméticos e um vibrador. Guerra é guerra.
Ovo na cabeça
A ministra Dilma Rousseff rodou a baiana em Copenhague. Ela mobilizou a embaixada do Brasil porque exigia comer omelete. Os eficientes diplomatas tiveram que se virar para satisfizer a ministra. Acho que ela esqueceu que foi metida a guerrilheira, onde devia comer até besouro e não reclamava. Agora a “tipo rica” quer omelete. Dá para acreditar?
A vingança
O senador Fernando Collor (PTB-AL) pediu vistas do relatório final da CPI da Petrobras, deixando os governistas de cabelo em pé. Fez isso por não ter sido convidado para integrar a comitiva oficial que foi a Copenhague. Foi em seu governo que se realizou a Rio 92, precursora da atual Conferência do Clima. O meio ambiente é uma das principais bandeiras de Collor. Na realidade, Collor se vingou dos governistas.
Árvore de Natal
Foi brutal o desgaste político sofrido pelo prefeito de Florianópolis, Dário Berger, pelo contrato milionário da árvore de Natal. Repercussão negativa, desde o primeiro momento em que o valor foi divulgado R$ 3.700.000,00, sem falar do crescente prejuízo político com explicações que nunca foram convincentes sobre toda a polêmica.
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