terça-feira, 19 de outubro de 2010

 Xanxerê recebe Colombo
Hoje, sem dúvidas, será um dia histórico para o município de Xanxerê e região. Os líderes da Tríplice Aliança, capitaneados pelo governador eleito Raimundo Colombo (DEM), juntamente com seu vice-Pinho Moreira (PMDB), senadores eleitos Luiz Henrique e Paulo Bauer, retornam ao município para agradecer os votos recebidos na região. O evento acontece no Centro comunitário da Igreja matriz, a partir das 9 horas. Pontos para o governador Colombo que vem mostrar sua gratidão. Esperamos que a maturidade política deste novo governo se sobreponha às rusgas locais e regionais da campanha e se pense num novo projeto para todos os catarinenses. E que esta maturidade sirva para as lideranças locais e regionais apoiarem verdadeiramente o governador Colombo em seu grande desafio, que é fazer Santa Catarina ocupar o seu verdadeiro lugar no cenário nacional e se desenvolver. Como disse Colombo em seus discursos, “Santa Catarina tem pressa” e que as pessoas estejam realmente em primeiro lugar.

Queimando liderança...
Antes mesmo da eleição terminar, já se falava que seria uma prévia da próxima, em 2012. Mas lideranças do PMDB de Palhoça pegaram o refrão ao pé da letra. O PMDB já lançou uma nota anunciando que vai lançar candidato à sucessão do prefeito Ronério Heiderscheidt. Mas não vamos longe, em Abelardo Luz, o DEM e o PSDB também começam a discutir as próximas eleições. Xanxerê não fica para trás, claro de uma forma dissimulada, mas o DEM e o PMDB já sonham com a sucessão de Bruno Bortoluzzi (PSDB). Sinceramente, estão colocando a carroça na frente dos bois e queimando lideranças.

Novo secretário regional
Nos bastidores, o DEM e o PMDB de Xanxerê estão no maior amor. É só “love”. E realmente tem motivos, afinal ganharam, juntos, a eleição ao governo do Estado, após terem perdido, juntos, a ultima eleição municipal. Mas perguntar não ofende: este amor vai durar? As notícias correm, o PMDB sonha e acredita que a secretaria regional será novamente comandada por um peemedebista. Mas, conforme o governador Colombo, a escolha vai seguir o mesmo critério adotado pelo ex-governador Luiz Henrique. Então, quem indica é o deputado da região, no caso o democrata Gelson Merisio (DEM). Mas alguns nomes vem sendo cogitados, a exemplo do presidente da Câmara Gelson Saibo (PMDB), o ex-secretário Ademir Gasparini (DEM), ou o diretor geral da SDR, Dionísio Kohl. Mas a região também tem nomes e um deles é o prefeito de Xaxim, Gilson Vicenzi, entre outros.

Retaliação???
O PMDB de Chapecó expediu uma nota informando que após uma reunião da sua Executiva realizada na última segunda-feira (18), decidiu expulsar do partido o filiado Salvador da Rosa Filho, por infidelidade partidária e desobediência ao Estatuto Partidário. A executiva do PMDB tomou esta medida por acreditar que todos os filiados devem subordinação e fidelidade ao partido. Mas o que corre nos bastidores é que a expulsão de Salvador tem a ver com sua posse, recentemente, como diretor da penitenciária de Chapecó no lugar de outro peemedebista. Seria uma retaliação?

Indio em SC
Quem desembarca em Criciúma na próxima quinta-feira (21), é o deputado Indio da Costa (DEM), vice na chapa de José Serra. Faz caminhada no centro da cidade e depois se reúne, na companhia do governador eleito Raimundo Colombo, com líderes, militantes e eleitores. À tarde segue para Laguna.

Só com vocês...
Ganhar no primeiro turno foi bom para Santa Catarina e os catarinenses, pois não tivemos que ceder nada. Nosso compromisso é só com vocês. Vice-governador eleito Pinho Moreira em seu Twitter.

Café com leite...
Tanto o governo quanto a oposição estão convencidos que a eleição no segundo turno será decidida em São Paulo e Minas, os dois maiores colégios eleitorais do país. Desde a redemocratização, nenhum presidente foi eleito sem vencer em Minas. Este tem sido o empenho dos dois candidatos à presidência, Serra e Dilma, visando buscar os votos nos dois estados, pois sabem que deles sairá a definição da eleição presidencial. Teoricamente, o PSDB tem vantagem nos dois estados, já que elegeu o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o de Minas Gerais Antonio Anastásia, e como principal articulador o, também mineiro, senador eleito Aécio Neves.

Palhaçada
O comediante Tiririca já está começando a perceber como a política pode ser cruel. O seu partido o PR, marcou encontro com o PMDB de Michel Temer para definir a participação do partido na reta final da campanha no 2º turno. Tiririca, deputado federal mais votado de São Paulo pelo PR (e que, com sua votação, elegeu alguns "companheiros" do PT, como o "delegado" Protógenes), não foi convidado a fazer campanha para Dilma. Tiririca isto não é uma palhaçada.

Debandada
Informações de Brasília dão conta que o comitê de campanha da candidata Dilma Rousseff entrou em processo de colapso quase que total. O clima é de desconforto e de preocupação, principalmente com a movimentação de políticos e partidos desembarcando da candidatura petista. Entre eles, estão quadros do PMDB e do PP e uma parcela significativa de lideranças do PV, também migrando para o ninho tucano e apoiando o presidenciável José Serra.

Acharam o culpado
O grupo próximo à presidenciável Dilma Rousseff (PT) acredita que o crescimento da candidata Marina Silva, alcançando os 20 milhões de votos, o que ocasionou o segundo turno, foi por culpa do presidente Lula. Agora acusam Lula pela queda de Dilma nas pesquisas, consequência do destempero presidencial atacando a imprensa e menosprezando os adversários. Que é isso, companheiros? Lula não sabia.

Tiro pela culatra
As informações são de que os estrategistas petistas estão perdidos. No primeiro turno, o PT gastou sua principal munição “o presidente Lula” que era tido como o tiro certo para derrubar o presidenciável tucano José Serra. Mas o tiro saiu pela culatra e o tucano voou para o segundo turno. Agora o PT se vê sem um plano B para derrubar o tucano e, o pior, gastaram todos os trunfos no primeiro turno. Sobrou então a disputa entre a pomba (Dilma) e o tucano (Serra) nesta disputa eleitoral. Agora o PT se deu conta que o eleitorado percebeu que Dilma não tem vida própria, sem o “cara” Lula. A solução está sendo apresentar uma Dilma, nada “paz e amor”, mas sim uma Dilma feroz e agressiva, ou seja, de cara limpa, o que não tem convencido o eleitorado para desespero dos companheiros.

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