Sede de cargo
O que se nota é que muitas lideranças do Democratas e PMDB estão ansiosas para ocuparem cargos do governo estadual, já pensando nas eleições municipais de 2012. Até vamos dizer que ajuda, mas está longe de ser preponderante para ganhar uma eleição. A eleição no município pouco tem a ver com a administração estadual, perante o eleitor. Basta ver a última em Xanxerê, quando Julio Bodanese (PMDB) tinha o governador ao seu lado. Mesmo Luiz Henrique tendo vindo ao município várias vezes e até “assinado em baixo”, como dizia no comercial, não conseguiu mudar a vontade do eleitor que elegeu Bruno Bortoluzzi (PSDB) como prefeito. Para acalmar a sede por cargos o governador Raimundo Colombo (DEM) deve segurar as contratações por 120 dias.
Carnaval 2011
Pois é, quando a prefeitura de Xanxerê realizou o carnaval no município, nos dois últimos anos, teve liderança que foi logo reclamando do por quê do investimento. Tudo certo, a administração lavou as mãos e passou a responsabilidade para os blocos realizarem o carnaval, através da Liga Independente de Carnaval (LIC). A Liga está montada e busca realizar o carnaval 2011. Mas para não perder o jeito, foi só falar em carnaval que já veio um grupo reclamar disto e daquilo. Quero dizer uma coisa, cada bloco coloca o preço que achar conveniente e participa quem quer. Afinal, o parque estará aberto e de graça para quem quiser participar do carnaval. Aos que criticam, eu digo: monte um bloco e dê camiseta, bebida, segurança e comida de graça. Tem horas que calar vale ouro.
Representante do Oeste
O suplente de deputado estadual Mauricio Eskudlark (PSDB) esteve em Xanxerê, no último sábado, visitando amigos e lideranças. Eskudlark tem vindo constantemente ao município e região, sempre perto da base que o elegeu. Eskudlark assume como deputado estadual no dia primeiro de fevereiro e garantiu que dará uma atenção especial ao Oeste. O tucano é uma das lideranças do PSDB que está participando diretamente nas discussões referente à distribuição de cargos no governo.
Homens do governo
O prefeito de Chapecó José Caramori (DEM) iniciou o ano com uma reforma no governo. Dois nomes chamam a atenção, o vereador Márcio Sander que assumiu a secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo e o retorno de Eron Giordani ao comando da secretaria de Governo. Giordani havia deixado o cargo para coordenar a campanha do deputado federal e secretário da Agricultura, João Rodrigues. Agora voltou com carta branca de Caramori. Prova que ambos são os homens fortes do governo.
No Legislativo
O suplente de vereador de Chapecó Mário Tomasi (PR) assumiu na última segunda-feira uma cadeira no Legislativo, no lugar do vereador Marcio Sander. Tomasi já participou do Executivo como secretário de Obras onde realizou um belo trabalho. Agora assume mais um desafio no Legislativo. Para Tomasi, Chapecó vive um momento mais alegre em função das transformações que vem ocorrendo a partir da administração municipal anterior e da atual.
Viagem
Nesta quinta-feira o governador Raimundo Colombo (DEM) vai se reunir com lideranças do partido e com o governador Geraldo Alckmin, em São Paulo. Com o prefeito Gilberto Kassab vai falar sobre um programa de hospitais pela iniciativa privada e depois se reúne com Alckmin para conhecer os projetos de combate à criminalidade.
Apoio ao PT???
Obviamente faz parte do jogo da política, mas nem por isso deixa de ser curioso o fato de que os maiores fiadores, por enquanto, da candidatura do petista gaúcho Marco Maia à presidência da Câmara sejam os oposicionistas PSDB e DEM. Quanto aos aliados, ninguém saiu a campo até agora declarando apoio. Durante um almoço na Agronômica com deputados federais e lideranças do DEM, o governador Raimundo Colombo (DEM) foi colocado em linha com o futuro presidente para acertar um encontro com o Fórum Parlamentar Catarinense, em Florianópolis, para discutir o apoio à candidatura de Maia à presidência da Câmara Federal. É o conhecido “toma lá, da cá”.
Economizar
O governador Raimundo Colombo confirmou que pretende economizar 1 bilhão de reais em quatro meses. A folha deve mesmo aumentar 930 milhões este ano. O governador não vê hipótese de melhoria salarial do funcionalismo, mas cogita reajustar o vale-alimentação. Se tiver folga para algum benefício, os professores estão em primeiro lugar.
Demissão
O combate à corrupção e à impunidade na Administração Pública, levou o Governo Federal a demitir 2.969 agentes públicos por envolvimento em práticas ilícitas, no período entre janeiro de 2003 e dezembro de 2010. Os dados constam do último levantamento realizado pela Controladoria-Geral da União. Do total de penas expulsivas no período, as demissões somaram exatos 2.544 casos, as destituições de cargos em comissão, 247, e as cassações de aposentadorias, 178.Recado
A presidente Dilma Rousseff (PT) cancelou a reunião de coordenação política, agendada para a última segunda-feira. O objetivo foi evitar novos constrangimentos com o PMDB e avisou o vice-presidente Michel Temer que o partido não terá mais um assento nesse núcleo de decisão do governo. Dilma argumentou que se abrisse espaço para o PMDB na coordenação teria que "fazer o mesmo com os demais partidos aliados" e esse não é o espírito do fórum. Em síntese, deu o recado para os peemedebistas.
Invasão
Ainda sem canal de negociação com o governo Dilma Rousseff, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) decidiu antecipar as invasões pelo país, normalmente programadas para o chamado Abril Vermelho, quando uma onda de ocupações é organizada como protesto às mortes ocorridas em 1996, em Eldorado do Carajás, no Pará. Engraçado que durante a eleição o movimento ficou quietinho. Por que não vão acampar nas esplanadas dos ministérios em Brasília, em vez de invadir terras produtivas, como muitas vezes fazem? Duvido que a presidente Dilma não bota eles para correr.
Cortes
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) elaborou um documento que será encaminhado à ministra do Planejamento, Miriam Belchior, em que recomenda ao governo de Dilma Rousseff um corte de R$ 40 bilhões no Orçamento da União de 2011. Para a entidade, o esforço fiscal representa a melhor maneira de conter o avanço da inflação, sem ter que elevar a taxa de juros no médio prazo.


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